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	<title>Ira Racional &#187; anime</title>
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	<description>Emoção carregada de razão - por Altieres Rohr</description>
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		<title>Versos: Episódio XIX</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Dec 2010 07:23:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>
		<category><![CDATA[anime]]></category>
		<category><![CDATA[blowback]]></category>

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		<description><![CDATA[E sob os pedidos de paz A guerra se impôs Entre os tchaus e alôs Veio a solidão ao rapaz Perguntar se estava bem Enquanto ele caminhava Ao abismo do qual era refém O outro quis o proteger Empurrou-o para longe Longe de si E mais perto da tragédia Que estava para acontecer O pulso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E sob os pedidos de paz<br />
A guerra se impôs</p>
<p>Entre os tchaus e alôs<br />
Veio a solidão ao rapaz<br />
Perguntar se estava bem<br />
Enquanto ele caminhava<br />
Ao abismo do qual era refém</p>
<p>O outro quis o proteger<br />
Empurrou-o para longe<br />
Longe de si<br />
E mais perto da tragédia<br />
Que estava para acontecer</p>
<p>O pulso firme só aumenta<br />
O volume que escapa<br />
Por entre os dedos<br />
Feito feixe de fechadura<br />
Quando venta</p>
<p>Assim o instrumento afinado<br />
Elimina o ruído indesejado<br />
E com ele as possibilidades<br />
Da dissonância</p>
<p>A falta de conhecimento cega<br />
À esperança um alguém se apega<br />
Arrisca ajudar alguém, avança<br />
Um sono violento, não descansa<br />
Porém acorda para ver<br />
Que o protegido está ferido<br />
O irmão traído<br />
O amigo perplexo<br />
A esperança era sem nexo<br />
O remorso fora impresso,<br />
Reproduzido igual sexo<br />
E estampado feito camiseta<br />
De um coitado de muleta<br />
Que arrancou sua própria perna<br />
Tentando ajudar o outro<br />
A caminhar sozinho</p>
<hr />
<p>Em homenagem ao fascinante episódio 19 da série de anime RahXephon.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Haibane Renmei: quando a falta de pretensão é arte</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 23:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[anime]]></category>
		<category><![CDATA[bom uso do tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando vemos algo diferente é natural supor que há algo de especial naquilo. Não quer dizer que seja bom. Pelo contrário. O especial pode ser uma habilidade, um poder, um status &#8212; mas também pode ser uma deficiência, uma desafinação com o ambiente. Que tal ver um homem engravatado andando de bicicleta, ou um esportista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_565" class="wp-caption alignnone" style="width: 540px"><img src="http://altieresrohr.com.br/wp-content/uploads/2009/07/haibane-topo-530x352.jpg" alt="Ela tem asas e fuma" title="Haibane Renmei" width="530" height="352" class="size-large wp-image-565" /><p class="wp-caption-text">Ela tem asas e fuma</p></div>
<p>Quando vemos algo diferente é natural supor que há algo de <i>especial</i> naquilo. Não quer dizer que seja bom. Pelo contrário. O <i>especial</i> pode ser uma habilidade, um poder, um status &#8212; mas também pode ser uma deficiência, uma desafinação com o ambiente. Que tal ver um homem engravatado andando de bicicleta, ou um esportista usando um computador, com capacete e caneleira?</p>
<p>Sabendo isso, o que se pensa de um grupo de garotas com pequenas asas cinzas e um halo sobre a cabeça?</p>
<p><strong>Yoshitoshi ABe</strong>, a mente por trás do anime <em>Haibane Renmei</em>, é mais conhecido pelo seu trabalho em <strong>Serial Experiments Lain</strong>, quando foi responsável pelo desenho dos personagens (ele não é &#8216;autor&#8217; de Lain, como diz a Wikipedia/PT). Aqui, no entanto, ABe fez também todo o roteiro, além de ser o diretor artístico.</p>
<p>A obra tem como base uma pequena série de doujinshis &#8212; espécie de mangá não-profissional, feito geralmente por fãs ou por autores consagrados apenas para publicar desenhos quaisquer, ou parodiar/divulgar outros trabalhos. Nesse caso, os doujinshis já tinham o nome de &#8220;Haibane Renmei&#8221;, e mais tarde &#8220;Old Home no Haibane Tachi&#8221; (&#8220;Os Haibanes da Old Home&#8221;). No primeiro doujinshi &#8212; &#8220;Haibane Renmei&#8221;, ABe escreveu:</p>
<blockquote><p>Dessa vez é um livro sobre anjos. Comecei com nada além da simples ideia de aumentar a variedade de meninas que desenho. Como resultado elas dão a impressão de serem criaturas desajeitadas, um tanto não-angélicas, e para combinar com isso as asas delas são cinzas também. Elas não possuem nenhum poder estranho, naturalmente. E não, elas não podem voar. Elas não podem fazer nada para ajudar os outros, e não fazem nenhum grande serviço ao mundo. Que decepção. Mas pessoalmente eu sinto que é isso que as torna atraentes. O que você acha?</p></blockquote>
<div id="attachment_571" class="wp-caption alignright" style="width: 171px"><img src="http://altieresrohr.com.br/wp-content/uploads/2009/07/haibane-rakka.jpg" alt="Rakka, personagem principal por contexto em vez de habilidade heróica" title="Rakka" width="161" height="230" class="size-full wp-image-571" /><p class="wp-caption-text">Rakka, personagem principal por contexto em vez de habilidade heroica</p></div>
<p>Dois anos mais tarde, quando publicou o primeiro (de 3) <em>Old Home no Haibane Tachi</em>, ABe escreveu que seu desejo era ilustrar o mundo em que essas garotas aladas viviam. Mas ele também queria que a história procedesse de maneira calma, relaxada.</p>
<p>O doujinshi foi abandonado com a oferta da criação de um anime. Apesar da mudança da mídia, os objetivos de ABe não mudaram. <strong>Haibane Renmei</strong> &#8212; algo como <em>Federação das Penas Cinzas</em> &#8212; é uma história tranquila, relaxada, sobre personagens que parecem ter algo de especial, mas que são tão normais quanto poderiam ser. São <i>humanos</i> &#8212; erram, se emocionam, trabalham, fracassam, têm defeitos e qualidades.</p>
<p>O passo lento torna o anime uma paisagem, apreciada em doses pequenas, mas embriagantes. Desde a abertura, uma trilha instrumental com violão e violino regada com cenas cotidiana dos personagens, aos festivais, eventos, dificuldades. Em quantos outros animes você viu personagens comprando roupas? Vale dizer, isso é relevante na medida em que, ao contrário das outras pessoas, os Haibane possuem asas, e suas roupas precisam ser adaptadas.</p>
<p>É essa atenção ao detalhe que faz Haibane Renmei brilhar. O que importa não é o enredo, mas a maneira como ele progride e como seus personagens lidam com as situações e problemas cotidianos. Não existe a pretensão de uma história grande e complexa. Os mistérios do mundo onde eles vivem não mais angustiam eventualmente, porque são reflexos dos mistérios que cercam nossas próprias vidas. As respostas que os Haibanes não têm, nós, aqui fora, também não temos, e é injusto querer que eles saibam o que não sabemos. Porque eles não são heróis.</p>
<div id="attachment_573" class="wp-caption alignright" style="width: 540px"><a href="http://altieresrohr.com.br/2009/07/haibane-renmei-quando-a-falta-de-pretensao-e-arte/haibane-machi/" rel="attachment wp-att-573"><img src="http://altieresrohr.com.br/wp-content/uploads/2009/07/haibane-machi-530x305.jpg" alt="Os Haibane moram em uma cidade cercada por muralhas, da qual não podem sair. Também há humanos normais, sem asas, que moram por ali. (Clique para ampliar)" title="A Cidade dos Haibane" width="530" height="305" class="size-large wp-image-573" /></a><p class="wp-caption-text">Os Haibane moram em uma cidade cercada por muralhas, da qual não podem sair. Também há humanos normais, sem asas, que moram por ali. (Clique para ampliar)</p></div>
<p>A dor da perda de alguém, as barreiras culturais, o que está além do espaço que conhecemos, o passado das pessoas à nossa volta, a necessidade de respostas, o arrependimento e a dificuldade de lidar com o erro, o perdão &#8212; tudo isso aparece em Haibane Renmei de uma maneira tão simples e despretensiosa, possibilitando que você entre nesse mundo como em nenhum outro, sem julgar, sem raiva, sem expectativas. </p>
<p><strong>É essa sensação de imersão pacífica</strong> que torna Haibane Renmei tão especial. Quem a tem sabe que a tem. Quem não tem não saberá o que perde. Infelizmente, não é para todos. É necessário paciência, atenção e vontade de se envolver com personagens que não são diferentes de cada um de nós. Nem maus, nem bons. Apenas haibanes.</p>
<hr />
<p>Escrever essa resenha era desejo de longa data. Desde o início do blog, mais precisamente. Acabei escrevendo antes a resenha de <a href="/2008/07/spiral-suiri-no-kizuna-bonds-of-reasoning/">Spiral</a>, tal foi minha raiva ao terminar de assistir aquele projeto de anime. Depois tive que admitir que <a href="/2008/10/ideias-se-perdem-com-o-tempo/">não mais sabia</a> o que tanto queria escrever sobre <strong>Haibane Renmei</strong>.</p>
<p>Não sei se nessa resenha consegui dizer o que imaginei inicialmente. Mas não existe meio de saber com certeza se minhas ideias iniciais era piores ou melhores que essas de agora. Mesmo assim, fica aí o registro, e a recomendação.</p>
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		<title>Macindows</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 04:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[anime]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Coisas de anime. Mais especificamente, Shigofumi &#8211; Letters from the departed.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/wp-content/uploads/2008/08/macindows.jpg"><img src="/wp-content/uploads/2008/08/macindows-300x175.jpg" alt="" title="macindows" width="300" height="175" class="aligncenter size-medium wp-image-86" /></a></p>
<p>Coisas de anime. Mais especificamente, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shigofumi">Shigofumi &#8211; Letters from the departed</a>.</p>
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		<title>Spiral: um animê racional que não faz sentido</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 09:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[anime]]></category>
		<category><![CDATA[perda de tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[Spiral: The Bonds of Reasoning (algo como &#8220;Spiral: Os Elos da Razão&#8221;) é um mangá shônen, do gênero &#8220;mistério&#8221;, que foi adaptado para um animê de 25 episódios. Joguei fora oito horas da minha vida assistindo este último. Prometi a mim mesmo que não iria assistir animês baseados em mangá, visto que a lista de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Spiral:_The_Bonds_of_Reasoning"><em>Spiral: The Bonds of Reasoning</em></a> (algo como &#8220;Spiral: Os Elos da Razão&#8221;) é um mangá shônen, do gênero &#8220;mistério&#8221;, que foi adaptado para um animê de 25 episódios. Joguei fora oito horas da minha vida assistindo este último.<span id="more-13"></span></p>
<p>Prometi a mim mesmo que não iria assistir animês baseados em mangá, visto que a lista de séries frustrantes que saíram deste tipo de adaptação é longa (a começar pelo &#8220;finais&#8221; decepcionantes das versões animê de <em>Elfen Lied</em> e <em>InuYasha</em>). Mas, de vez em quando, escapam alguns. E sempre existe aquela esperança de que teremos outra excelente adaptação nas veias de <em>MONSTER</em> ou <em>Chobits</em>, ou pelo menos algo aceitável como em <em>Death Note</em>.</p>
<p>Mas e Spiral? Spiral começa com um grave problema que, apesar de também presente outras séries, é acentuado devido ao seu gênero: o mangá só acabou em 2005, mas o animê é de 2002/2003. Ou seja, é uma série animada de mistério cujos mistérios jamais são revelados, porque o trabalho original na qual foi baseada ainda estava na metade e não os tinha revelado.</p>
<p>Já é possível imaginar o tamanho da decepção ao se chegar no fim e não saber absolutamente nada que tanto se queria saber.</p>
<p>A série também rodeia muito. O personagem principal, Ayumu Narumi, é inicialmente &#8220;testado&#8221; por uns tais de <i>Blade Children</i>, que são &#8220;crianças amaldiçoadas&#8221;. Eles precisam ser &#8220;salvos&#8221; de alguma coisa, só que até o fim você nunca saberá do quê exatamente é que precisam ser salvos, nem qual a origem da dita &#8220;maldição&#8221;.</p>
<p>Mas o enredo engana. Lá pela metade começam a aparecer os <i>Hunters</i>, que querem exterminar os Blade Children e você pensa que, talvez, é para derrotar os Hunters que eles precisam de ajuda. Só que, na maioria dos casos, os Blade Children se viram muito bem sozinhos, o que deixa o Narumi deprimido, afinal ninguém precisa dele. E aí ele fica magoado porque nunca vai ser tão bom quanto o irmão, que é citado infinitamente na série por todos os personagens e aparentemente todo mundo o conhece, mas ninguém sabe se está vivo. O tal irmão nunca aparece, nem dá notícia, mas ele supostamente é O CARA. Por que ele não salvou os Blade Children ele mesmo? Por que teve de deixar a tarefa para o irmão? Se quer saber isso, digo já: o animê não sabe pra te responder.</p>
<p>Não é necessário dizer que as freqüentes citações do irmão do personagem principal perdem rapidamente seu sentido e profundidade. Aliás, uma coisa boa do último episódio é quando Narumi pergunta: &#8220;Quando vocês vão parar de citar o meu irmão?&#8221; Era tempo.</p>
<p>Porém, isto é muito pouco e tarde demais. Spiral é frustrante, desrespeita o telespectador ao não revelar coisa alguma depois de 8 horas e acumula diversos problemas, entre eles os personagens sem graça desenvolvidos minimamente e uma trilha sonora nada memorável (com uma música de abertura terrível! se os seus ouvidos não doerem ao ouvir &#8220;searching for new world&#8221; naquela voz espremida, ele deve ter algo que o meu não tem. <sup class='footnote'><a href='#fn-13-1' id='fnref-13-1' onclick='return fdfootnote_show(13)'>1</a></sup>)</p>
<p>A série também é pretensiosa e tenta ser bem &#8220;racional&#8221;, como o próprio título já diz. Narumi é para ser um rapaz muito racional e lógico. Por vezes, ele diz que &#8220;a melodia da lógica sempre toca a nota da verdade&#8221;. Ele também demonstra uma variedade de conhecimentos gerais, das propriedades físicas do vidro às do ar e, com sua inteligência, vai resolvendo os &#8220;problemas&#8221; e arquitetando mirabolantes planos para sobreviver aos testes dos Blade Children e aos ataques dos Hunters.</p>
<p><a href='http://altieresrohr.com.br/wp-content/uploads/2008/07/spiral-chave.jpg'><img src="http://altieresrohr.com.br/wp-content/uploads/2008/07/spiral-chave-150x112.jpg" alt="Chave é atirada para um recebimento perfeito." title="Arremesso de Chave no Spiral" width="150" height="112" class="alignright size-thumbnail wp-image-15" /></a></p>
<p>O problema é que a racionalidade da série nem sempre faz sentido. Em um dos episódios, o &#8220;plano&#8221; de Narumi envolve o recebimento de uma chave que é arremessada a partir de um trem em movimento de alta velocidade. A precisão do arremesso é tal que Narumi recebe a chave sem se mover: ele apenas levanta o braço e mantém a mão para cima enquanto chave cai perfeitamente na palma da sua mão.</p>
<p>Este tipo de erro não seria um problema não fossem as constantes tentativas de manter a lógica e a razão em tudo o que acontece em <em>Spiral</em>. Por conta disso, a própria premissa da série é ameaçada pela sua pretensão e inconsistência.</p>
<p>O bom das séries de mistério é a perfeição com que tudo vai se encaixando aos poucos. No animê do <em>Spiral</em>, não há encaixe. Dúvidas apenas se acumulam, nunca se resolve nada. E ao final da série, temos muito mais perguntas do que respostas. Não parece que se chegou no final, mas na metade. O que não deixa de ser verdade, já que o mangá estava na metade quando a série foi desenvolvida. </p>
<p>Para quem vai ler o mangá, o animê é desnecessário. Para quem quer assistir apenas o animê, ele não apenas será insuficiente, mas repetitivo e entediante. Não perca o seu tempo. Se procura um bom animê de mistério ou investigativo-policial, não é aqui que vai encontrar.</p>
<div class='footnotes' id='footnotes-13'>
<div class='footnotedivider'></div>
<ol>
<li id='fn-13-1'>Não é brincadeira. A música de abertura é tão ruim que eu desligava a caixa de som ao executar o arquivo no MPlayer, porque, após abrir, eu ainda precisava mudar a razão de aspecto para 16:9, o que resultava numa nova execução do início da letra (&#8220;Searching for new world&#8230;&#8221;). Insuportável. <span class='footnotereverse'><a href='#fnref-13-1'>&#8617;</a></span></li>
</ol>
</div>
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