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	<title>Ira Racional</title>
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	<description>Emoção carregada de razão - por Altieres Rohr</description>
	<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 04:17:31 +0000</pubDate>
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		<title>Pedindo um favor aos leitores deste blog</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 04:17:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog, blogs]]></category>

		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostaria de pedir que preenchessem um questionário que fiz para um trabalho da faculdade.
As informações serão apenas utilizadas no agregado. O formulário é curto, apenas com questões para marcar.
Agradeço!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de pedir que preenchessem <a href="http://altieresrohr.com.br/questionario/">um questionário</a> que fiz para um trabalho da faculdade.</p>
<p>As informações serão apenas utilizadas no agregado. O formulário é curto, apenas com questões para marcar.</p>
<p>Agradeço!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sucesso no Brasil não é feio. Pelo contrário.</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2008/11/sucesso-no-brasil-nao-e-feio-pelo-contrario/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 19:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filosofia Vã]]></category>

		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

		<category><![CDATA[suddenoutbreakofcommonsense]]></category>

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		<description><![CDATA[Há quem diga que o sucesso no Brasil é feio. Que não é bem visto. Que ser famoso não é bonito. Etc.
Tenho que discordar. Aos meus olhos, a verdade é bem o contrário. O ser famoso, no Brasil, é lindo. E exagerado - especialmente nos peitos e na bunda, ou talvez na magreza, se for [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem diga que o sucesso no Brasil é feio. Que não é bem visto. Que ser famoso não é bonito. Etc.</p>
<p>Tenho que discordar. Aos meus olhos, a verdade é bem o contrário. O ser famoso, no Brasil, é lindo. E exagerado - especialmente nos peitos e na bunda, ou talvez na magreza, se for mulher. Tem um rostinho amável de se ver. A voz não importa muito: pode ter sotaque de interior, com péssima dicção e pensamentos tão desorganizados que seriam melhor entendidos no SAP e mais bem aproveitados no Mute. Mas repito: isso não importa. O ser famoso é lindo.</p>
<p>E todo mundo quer ver o sucesso. Nas revistas, nos jornais, na TV. Na Playboy, se for possível, também. Mas ninguém quer ver o famoso num teste de conhecimentos gerais sério. Mas não é porque não fazem questão de saber que a pessoa é inteligente ou não, mas porque todos já sabem o resultado. E não tem graça ser informado a respeito do que já se sabe. Quando tem algo assim, chamam de Concurso de Inteligência. Mas o nome ideal seria diferente: a avalanche do fútil.</p>
<p>Mas nada disso retira crédito do fato: o sucesso é (e está) no lindo, não no feio. O sucesso quer ser visto, não escondido. </p>
<p>Então não compreendo esta história que contam sobre a feiúra do sucesso e da fama no Brasil. É claro que muitos são invejosos, mas o fato é que a grande maioria das pessoas possui a inveja quero-ser-como-ele(a), não a &#8220;inveja (sic) desprezadora&#8221;, aquela que tenta repensar os valores da sociedade.</p>
<p>O outro fato é que o ditado de &#8220;sucesso é feio&#8221; serviu como uma luva para as pseudocelebridades que, incapazes de lidar com crítica e de reconhecer que sua fama pode estar imersa na futilidade, precisam de um ditado superficialmente profundo para justificar sua própria superficialidade.</p>
<p>O que mostra mais uma vez a falta de reflexão. Porque o barco só encalha em mares rasos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Versos: Em Algum Lugar Entre o Início e o Fim[+]</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2008/11/versos-em-algum-lugar-entre-o-inicio-e-o-fim/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2008/11/versos-em-algum-lugar-entre-o-inicio-e-o-fim/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 06:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

		<category><![CDATA[morte]]></category>

		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[É uma ponte
Cujo início esconde
E finais são infinitos
É um vão:
Uma pequena ligação
Entre dois desconhecidos
É um tom
Entre um e outro som
Que não foram ouvidos
É fotografia:
Imagem congelada e fria
De tempos indefinidos
É filme:
Longa metragem firme
Com enredos comedidos
É morte entre duas vidas
E vida entre duas mortes;
Resta-me buscar trilhas
Sem atalhos e sem cortes
Sou o músico e a corda;
O fotógrafo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma ponte<br />
Cujo início esconde<br />
E finais são infinitos</p>
<p>É um vão:<br />
Uma pequena ligação<br />
Entre dois desconhecidos</p>
<p>É um tom<br />
Entre um e outro som<br />
Que não foram ouvidos</p>
<p>É fotografia:<br />
Imagem congelada e fria<br />
De tempos indefinidos</p>
<p>É filme:<br />
Longa metragem firme<br />
Com enredos comedidos</p>
<p>É morte entre duas vidas<br />
E vida entre duas mortes;<br />
Resta-me buscar trilhas<br />
Sem atalhos e sem cortes</p>
<p>Sou o músico e a corda;<br />
O fotógrafo e o diretor;<br />
Minha obra é calhorda<br />
E assim mesmo sou o autor</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<pre>
	Minhas percepções
dizem que sou
	uma fera
Que quando observada
	intimida
mas por ser austera
	em vez de feroz

qual é a mentira
	que preciso
pôr em minha voz?
</pre>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Intrepid Ibex ou &#8220;como o dpkg do recovery mode salvou minha instalação do Ubuntu&#8221;</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2008/11/intrepid-ibex-ou-como-o-dpkg-do-recovery-mode-salvou-minha-instalacao-do-ubuntu/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2008/11/intrepid-ibex-ou-como-o-dpkg-do-recovery-mode-salvou-minha-instalacao-do-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 01:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Vida de Nerd]]></category>

		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[

Altieres Rohr/IR1

Ubuntu recuperando-se de uma instalação frustrada por falta de luz

O PRIMEIRO COMPUTADOR meu a receber a atualização para o Ubuntu 8.10 &#8220;Intrepid Ibex&#8221; foi meu notebook. Logo de cara, encontrei um problema no desligamento: parava na hora de desativar o ALSA. Seguindo as dicas de um bug report, desativei minha placa de rede com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;">
<div class="center" style="width: 300px;">
<p class="imgcredit">Altieres Rohr/IR<sup class='footnote'><a href='#fn-370-1' id='fnref-370-1'>1</a></sup></p>
<p class="alignright"><a href="http://altieresrohr.com.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_3827.jpg"><img src="http://altieresrohr.com.br/wp-content/uploads/2008/11/dsc_3827-300x200.jpg" alt="" title="dsc_3827" width="300" height="200" class="alignnone size-medium wp-image-372" /></a></p>
<p>Ubuntu recuperando-se de uma instalação frustrada por falta de luz</p></div>
</div>
<p>O PRIMEIRO COMPUTADOR meu a receber a atualização para o Ubuntu 8.10 &#8220;Intrepid Ibex&#8221; foi meu notebook. Logo de cara, encontrei um problema no desligamento: parava na hora de desativar o ALSA. Seguindo as dicas de um <a href="https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+source/linux/+bug/274995">bug report</a>, desativei minha placa de rede com fio, que não era utilizada:</p>
<blockquote><p>sudo ifconfig eth0 down</p></blockquote>
<p>Problema resolvido&#8230;</p>
<p>Pensei em atrasar um pouco a atualização no desktop, mas ver que o sistema estava sem maiores problemas e com um recurso novo muito interessante &#8212; as abas no Nautilus &#8211;, decidi instalá-lo mesmo assim.</p>
<p>Como tenho muitos aplicativos, o download foi de nada menos de 1,3GB. Comecei ontem madrugada. Deixei-o fazendo o download quando fui dormir.</p>
<p>Logo depois que acordei acabou a energia elétrica, sem me dar tempo para terminar a instalação.</p>
<p>Quando o fornecimento de energia foi restabelecido, o sistema não iniciava no boot normal. <i>Merda</i>, pensei. O pior passou pela minha cabeça, mas mantive a calma e rebootei, desta vez selecionando o &#8220;recovery mode&#8221; no Grub. Aí tive que esperar vários minutos até que o fsck terminasse de verificar meu segundo disco de 500GB. Nas opções - &#8220;resume&#8221;, &#8220;dpkg&#8221; - selecionei &#8220;resume&#8221;, mas o sistema acusou um erro no X e não continuou.</p>
<p>Outra vez um reboot, outra vez <i>recovery mode</i>. Desta vez selecionei o &#8220;dpkg&#8221;, que restaura pacotes cuja instalação não foi terminada. O sistema começou a configurar e instalar dezenas de pacotes &#8212; muito mais do que eu poderia contar, pelo menos.  E outra vez foi-se a energia elétrica.</p>
<p>Quando voltou, selecionei a mesma opção e o sistema continuou de onde parou. Começou a fazer uns downloads finais e estava confiante que meu sistema voltaria a salvo do limbo informático. </p>
<p>Felizmente foi bem isso que aconteceu e, quando executei o APT com GUI, via atualizações, ele terminou de corrigir alguns problemas. Reativei o driver restrito da NVIDIA e tudo ficou nos conformes.</p>
<div style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</div>
<p>E AGORA TUDO está muito bem, felizmente. Mas não deixou de ser um pouco conturbado e eliminar algumas horas úteis do meu dia. Fica a dica para outras pessoas que tiverem a atualização interrompida por quaisquer motivos: use o dpkg no recovery mode.
<div class='footnotes'>
<div class='footnotedivider'></div>
<ol>
<li id='fn-370-1'>Eu respeito fotógrafos e coloco crédito nas fotos, sim. <span class='footnotereverse'><a href='#fnref-370-1'>&#8617;</a></span></li>
</ol>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Idéias se perdem com o tempo</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2008/10/ideias-se-perdem-com-o-tempo/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 04:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog, blogs]]></category>

		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de eu iniciar este blog, tinha em mente a escrita de vários posts. Muitos deles se materializaram, enquanto outros demoraram mais a sair. Para a composição destes, pensei muito, em dias infrequentes, e bastou sentar e teclar.
Um dos textos que queria publicar, porém, não saiu: uma resenha do anime Haibane Renmei. Hoje poderia escrevê-lo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de eu iniciar este blog, tinha em mente a escrita de vários posts. Muitos deles se materializaram, enquanto outros demoraram mais a sair. Para a composição destes, pensei muito, em dias infrequentes, e bastou sentar e teclar.</p>
<p>Um dos textos que queria publicar, porém, não saiu: uma resenha do anime <i>Haibane Renmei</i>. Hoje poderia escrevê-lo, mas tenho que lidar com o triste fato de que não lembro nada do que pensei em dizer. Preciso reconstruir minhas idéias e, quem sabe, anotá-las para não perdê-las.</p>
<p>Uma professora minha sugeriu que levássemos sempre um caderno de anotações e anotássemos quaisquer idéias que tivéssemos, a qualquer hora. Ela sabia do que falava.</p>
<p>Fico pensando a respeito do que imaginei para certos posts e que já não lembro mais; idéias adquiridas em momentos perdidos para sempre. Dramático? Pode parecer, mas, se qualquer coisa, a vida é um presente artesanal disfarçado de dramalhão mexicano.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Egotrip</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2008/10/egotrip/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 16:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog, blogs]]></category>

		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[O Portal3, site do Curso de Comunicação da minha universidade1, sempre faz matérias sobre alunos da universidade que trabalham em empresas conhecidas do mercado.
Resolveram fazer uma matéria comigo. Senti-me numa longa egotrip dando esta entrevista. Não gosto muito de falar de mim mesmo. Mas foi uma boa reflexão (e exercício para minha preguiçosa memória) analisar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Portal3, site do Curso de Comunicação da minha universidade<sup class='footnote'><a href='#fn-365-1' id='fnref-365-1'>1</a></sup>, sempre faz matérias sobre alunos da universidade que trabalham em empresas conhecidas do mercado.</p>
<p>Resolveram fazer uma <a href="http://portal3.com.br/wp/?p=2853">matéria comigo</a>. Senti-me numa longa <i>egotrip</i> dando esta entrevista. Não gosto muito de falar de mim mesmo. Mas foi uma boa reflexão (e exercício para minha preguiçosa memória) analisar tudo o que passei nos últimos seis anos.</p>
<p>Fiz questão de dizer que fiz dois cursos de informática que não me ajudaram. Fiquei sabendo que uma das escolas que freqüentei, a <a href="http://www.solucaofacil.com.br/">Solução Fácil</a> (na época ainda &#8220;Styllu&#8217;s Informática&#8221;) andou usando meu nome em suas propagandas desde que consegui uma parceria com o UOL. A qualidade do curso deles, porém, pode ser resumida pelo título da página principal do site: &#8220;Untitled Document&#8221;. Não há título. E não há qualidade.</p>
<p>A outra escola, que freqüentei primeiro, só não me ajudou porque o dono dela, Marcos Martins da Silva, teve uma paciência enorme para me aturar quase todos os dias lá no ano de 2001. Aprendi muita coisa observando-o consertar os computadores, desenvolver bancos de dados no Access (conhecimento que foi imensamente útil quando comecei a estudar ColdFusion), entre outros. Mais tarde, eu não era mais apenas um aprendiz, mas um colega de trabalho, porque tornei-me instrutor estagiário de uma turma e comecei a fazer alguns serviços, como instalação de internet.</p>
<p>O curso, claro, não me ensinou muito, dado o quanto eu já sabia, mas fiz apenas para recompensá-lo um pouco por tudo aquilo que ele me ensinou de graça. Esta escola, onde praticamente vivi durante um ano e meio, hoje já não existe mais.
<div class='footnotes'>
<div class='footnotedivider'></div>
<ol>
<li id='fn-365-1'>Já mencionei aqui anteriormente; o número três é por conta do &#8220;Centro 3&#8243; <span class='footnotereverse'><a href='#fnref-365-1'>&#8617;</a></span></li>
</ol>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A melhor coluna de todos os tempos da última semana</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2008/10/a-melhor-coluna-de-todos-os-tempos-da-ultima-semana/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2008/10/a-melhor-coluna-de-todos-os-tempos-da-ultima-semana/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 20:18:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blog, blogs]]></category>

		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL838114-6174,00.html
PS: Não gosto de Titãs.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL838114-6174,00.html">http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL838114-6174,00.html</a></p>
<p>PS: Não gosto de Titãs.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que é um nerd?</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2008/10/o-que-e-um-nerd/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2008/10/o-que-e-um-nerd/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 05:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filosofia Vã]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma colega me fez essa pergunta na faculdade e admito agora: me pegou de surpresa. (Foi quando comentei sobre a nerdpedia e o xkcd.) Resolvi blogar para responder a pergunta.
Poderia recorrer a algum estereótipo conhecido. Seria mais fácil, mas também impreciso e pouco interessante.
Nerds não compõem uma subcultura ou tribo comum
Existe o mainstream &#8212; o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma colega me fez essa pergunta na faculdade e admito agora: me pegou de surpresa. (Foi quando comentei sobre a <a href="http://mrbilly.blogspot.com/2008/07/wikipedia-nerdpedia.html">nerdpedia</a> e o <a href="http://xkcd.com">xkcd</a>.) Resolvi blogar para responder a pergunta.</p>
<p>Poderia recorrer a algum estereótipo conhecido. Seria mais fácil, mas também impreciso e pouco interessante.</p>
<h4>Nerds não compõem uma subcultura ou tribo comum</h4>
<p>Existe o <i>mainstream</i> &#8212; o &#8220;comportamento normal&#8221;: aquilo que a maioria das pessoa gosta e entende. Um nível aceitável de dedicação, esperteza, inteligência e conhecimento do &#8220;senso comum&#8221; faz parte do mainstream também.</p>
<p>À margem do mainstream existem as subculturas ou tribos urbanas. Os punks, os emos, os góticos, o hip-hop/rap<sup class='footnote'><a href='#fn-339-1' id='fnref-339-1'>1</a></sup>, entre outros. Estes possuem características simples e constantes que identificam seus pares, seja na música, na vestimenta, nas atitudes.</p>
<p>São todas - em geral - fases da adolescência. Contardo Callligaris explica, em <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u351920.shtml"><i>A Adolescência</i></a>, a função integradora destes grupos e como suas características próprias permitem que os adolescentes sintam-se &#8220;parte&#8221; de alguma coisa, criando regras próprias para substituir aquelas que regem o mundo adulto (do qual o adolescente é, devido à &#8220;moratória&#8221; da adolescência, excluído). Diz Calligaris:</p>
<blockquote><p>Recusado como par pela comunidade dos adultos, indignado pela moratória que lhe é imposta e acuado pela indefinição dos requisitos para terminá-la (a famosa e enigmática maturidade), o adolescente se afasta dos adultos e cria, inventa e integra microssociedades que vão desde grupos de amigos até o grupo de estilo, até a gangue.</p></blockquote>
<p>&#8220;Nerdismo&#8221; não é uma fase da adolescência, mas está à margem daquilo que é o padrão, possuindo outros valores, códigos, piadas e um &#8220;senso incomum&#8221; próprio. Basta ler os comentários recorrentes do <a href="http://slashdot.org">Slashdot</a>: All Your Base Are Belong To Us, Welcome our&#8230; Overlords e tinfoil hats. É um código próprio, entendido por aqueles que fazem parte da comunidade, mas pouco sentido para os de fora.</p>
<p>E mesmo assim não é uma fase da adolescência, porque o Slashdot tem leitores de todas as idades. Programadores graduados, doutores em Física, mestres, professores e jovens estudantes também. Embora, como diz bem a Wikipédia, as atividades realizadas por nerds são &#8220;inapropriadas para a idade&#8221;, ou, traduzindo, infantis (videogame, anime, coleções de bonecos, etc).</p>
<p>Resumindo, nerds não constituem uma tribo urbana comum, mas não deixam de compartilhar certas características entre si. Entre os interesses compartilhados por esta &#8220;tribo&#8221; encontram-se coisas consideradas idiotas, inúteis e infantis por membros de outras subculturas ou do mainstream.</p>
<h4>Nerd vs. CDF</h4>
<p>Embora os CDFs daqui teriam sido chamados de nerd nos Estados Unidos, eles não são a mesma coisa. Neste caso a &#8220;Nerdpedia&#8221; em Português tem uma explicação decente:</p>
<blockquote><p>Existe uma diferença entre nerds e &#8220;CDF&#8221;s: enquanto no primeiro grupo encaixam-se os naturalmente interessados em algum assunto cultural ( jogos, livros, filmes &#8230;), podendo não ir bem na escola; o segundo costuma referir-se a jovens em idade ginasial que nem sempre têm a escola como ponto central de suas vidas, mas despendem um bom tempo aos estudos, resultando em algumas características como obtenção de notas altas, questionamento sobre veracidade da informação passada, mas ainda podem manter-se comunicativos e sociáveis.</p></blockquote>
<p>Eu dificilmente estudava para provas. Estava ocupado demais jogando videogame (desde os quatro anos de idade) e montando LEGOs. Porém adorava discutir qualquer assunto que fosse com os professores, muitas vezes assuntos que não cairiam no conteúdo.</p>
<p>Alguns nunca entendiam por qual motivo eu fazia os exercícios em aula, mas esta resposta é fácil também: para não ter que fazer em casa e deixar de jogar Killer Instinct ou assistir <i>O Mundo de Beakman</i>.</p>
<p>Para todas as provas do ensino médio, meu estudo se resumiu a uma olhada no caderno 15 minutos antes. Se fui bem, não foi por causa de estudo fora da escola.</p>
<h4>Nerd vs. Geek</h4>
<p>Ismael Alberto Schonhorst falou disso, e outras coisas, numa <a href="http://www.estronho.com.br/home/index.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=2978&#038;Itemid=131">entrevista</a> em 2004. Pelo menos eu acho que esta seja a fonte original &#8212; é um texto muito citado. De qualquer forma, ele diz:</p>
<blockquote><p>Nem todo nerd é um geek&#8230; mas todo geek é um nerd, sem sombra de dúvida!</p></blockquote>
<p>A Wikipedia/PT corrobora com esta afirmação e inclusive considera &#8220;geek&#8221; um &#8220;subgrupo&#8221; de nerd. A Wikipedia em inglês <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Geek">não concorda</a> tão fácil, explicando a pluralidade e indefinição que rodeia o termo.</p>
<p>Uma das definições é a mesma que nerd, exceto sem a carga pejorativa, por ser um termo mais recente (nerd adquiriu essa carga aproximadamente em 1970).</p>
<p>A definição dada por Schonhorst, no entanto, <i>não é a mesma</i> que se iguala a nerd.</p>
<h4>Pedindo socorro ao Jargon File</h4>
<p>Para assuntos deste gênero, a fonte oficial de consulta é geralmente o jargon file, mantido pelo ilustre Eric S. Raymond.</p>
<p>O Jargon FIle informa que o <a href="http://catb.org/jargon/html/N/nerd.html">significado da palavra <i>nerd</i></a> é praticamente o mesmo de <i>geek</i>, mas define &#8220;geek&#8221; de forma bem clara &#8212; e bem diferente de Schonhorst, que restringiu o geek à tecnologia &#8212; <a href="http://catb.org/jargon/html/G/geek.html">qual seja</a>:</p>
<blockquote><p>A person who has chosen concentration rather than conformity; one who pursues skill (especially technical skill) and imagination, not mainstream social acceptance. [...] Most geeks are adept with computers and treat hacker as a term of respect, but not all are hackers themselves.</a></p></blockquote>
<p>De fato, diz o jargon, todos os <i>nerds</i> são geeks e vice-versa (ao contrário de algumas definições, que afirmam que geeks são &#8220;nerds sociais&#8221;):</p>
<blockquote><p>One  description accurately if a little breathlessly enumerates [as geeks] &#8220;gamers, ravers, science fiction fans, punks, perverts, programmers, nerds, subgenii, and trekkies. These are people who did not go to their high school proms, and many would be offended by the suggestion that they should have even wanted to.”</p></blockquote>
<p>Existe, porém, uma grande diferença no <em>uso</em> da palavra &#8220;nerd&#8221;. De acordo com o Jargon File, &#8220;nerd&#8221; é usado com a consciência a respeito do significado pejorativo &#8212; aquele significado que coloca o nerd como um idiota (por se interessar por coisas idiotas). Em outras palavras, isto significa que o uso do termo nerd, por quem se orgulha de ser geek/nerd, é uma defesa da atitude dos geeks e dos interesses por eles compartilhados, afirmando ainda a irrelevância do fato destes não serem sociáveis ou conhecedores do senso comum <i>mainstream</i> vigente.</p>
<p>Pelo menos desde 1993 o termo geek é reconhecido como aplicável para várias especialidades, longe de ser restrito à tecnologia, conforme mostra o <a href="http://www.geekcode.com/geek.html">geek code</a>. Seria um retrocesso dizer que o termo aplica-se somente a micreiros, embora isto aconteça porque são interessados por informática os que mais se identificam com esta cultura.</p>
<h4>E então?</h4>
<p>Conclui-se assim que:</p>
<ul>
<li>Definir nerd é problemático. Originalmente, no MIT, tinha um significado bem específico, mas depois se ramificou, adquiriu uma carga pejorativa e transformou-se em <i>geek</i><sup class='footnote'><a href='#fn-339-2' id='fnref-339-2'>2</a></sup></li>
<li>Nerds são geeks. Geeks são nerds. Um geek/nerd é um indivíduo interessado em desenvolver habilidades e é apaixonado por alguns assuntos específicos. Estes podem ser a literatura (mais comumente ficção científica), cinema, música, cultura oriental (otaku), quadrinhos, RPG, videogame e outros. São geralmente adeptos com computadores, mas não precisam ser técnicos ou engenheiros elétricos, embora dificilmente não tenham pelo menos um vago interesse pelo tema, além do fato de que &#8220;nerd&#8221; teve origem no MIT. A característica que liga todos esses indivíduos é um código de cultura comum e <a href="http://www.vidanerd.com/blog/2008/08/19/dare-to-be-stupid/">indiferença a normais sociais</a>, o que geralmente faz o geek/nerd parecer idiota</li>
<li>Geeks atualmente usam o termo &#8220;nerd&#8221; para se descrever (ver: slogan do Slashdot) porque &#8220;geek&#8221; tem uma ligação muito forte com PCs e tecnologia, que é incorreta (vide Jargon File). Vale notar que o êxodo original de &#8220;nerd&#8221; para &#8220;geek&#8221; se deu por conta da conotação pejorativa<sup class='footnote'><a href='#fn-339-3' id='fnref-339-3'>3</a></sup>. Textos como o &#8220;<a href="http://www.mood.com.br/3a12/nerds.asp">Nerds Mandam Bem</a>&#8220;, de Lia Portocarrero Amancio, poderiam ter &#8220;nerd&#8221; substituído por &#8220;geek&#8221; sem problema algum, desde que essas definições não tivessem ficado tão complicadas</li>
<li>A escrita deste texto, resultado de um simples questionamento, é por si uma resposta para a pergunta &#8220;O que é ser nerd?&#8221;</li>
</ul>
<p><strong>Em outras palavras, para os apressados e fãs de síntese:</strong> Geek e nerd são a mesma coisa: um ser indiferente à aprovação alheia, fascinado pelo conhecimento e pela produção humana, seja nas máquinas ou na cultura. Atualmente, nerd é apenas usado por aqueles que têm orgulho de serem assim e negam a malícia deste comportamento, enquanto geeks preferem este termo por ser menos polêmico.</p>
<p>Assim sendo, fico com a definição de nerd.</p>
<p>Agora me dêem um minuto porque estou atrasado para começar a assistir o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Spirited_Away">Spirited Away</a>. Quem não tem nada urgente para fazer pode ler o <a href="http://www.paulgraham.com/nerds.html">Why Nerds Are Unpopular</a>, de Paul Graham, que não é apenas sobre nerds, mas também sobre o sistema de educação e a adolescência.
<div class='footnotes'>
<div class='footnotedivider'></div>
<ol>
<li id='fn-339-1'>Não lembro qual é a música e qual define a subcultura. Deixo isto para os leitores mais nerds pesquisarem. <span class='footnotereverse'><a href='#fnref-339-1'>&#8617;</a></span></li>
<li id='fn-339-2'>Diferentemente do que aconteceu com os hackers, que, em vez de mudarem a própria titulação, criaram outra (cracker) para definir aqueles que se encaixavam na definição maliciosa. Logo, os nerds nunca concordaram com o mainstream que os julgou incapazes. É possível dizer, porém, que alguns de fato consideram nerds perdedores e, neste caso, &#8220;geek&#8221; seria o refúgio. <span class='footnotereverse'><a href='#fnref-339-2'>&#8617;</a></span></li>
<li id='fn-339-3'>O &#8220;Geek Code&#8221; já faz uso do segundo significado dado a &#8220;nerd&#8221; pelo Jargon File na parte de Unix. <span class='footnotereverse'><a href='#fnref-339-3'>&#8617;</a></span></li>
</ol>
</div>
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		<title>&#8220;A no-break breaks&#8221;: um funeral</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 08:07:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;No-break&#8221;: &#8220;sem quebrar&#8221;, &#8220;sem parar&#8221;. Pois bem. O meu parou há algumas horas, quando do nada um estouro é seguido de um click indicando que ele mudou para bataria, sem detectar mais a rede elétrica que estava, no momento do problema, em perfeitas condições. 
Deve ser a quarta vez (terceira, no mínimo) que meu no-break [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;No-break&#8221;: &#8220;sem quebrar&#8221;, &#8220;sem parar&#8221;. Pois bem. O meu parou há algumas horas, quando do nada um estouro é seguido de um <i>click</i> indicando que ele mudou para bataria, sem detectar mais a rede elétrica que estava, no momento do problema, em perfeitas condições. </p>
<p>Deve ser a quarta vez (terceira, no mínimo) que meu no-break de 1200VA da <a href="http://www.ragtech.com.br/">Ragtech</a> pendura as chuteiras. Nas outras vezes, comprei chuteiras novas. Mas não mais, porque não faz nem cinco meses que tive o mesmo problema. Que se aposente de vez, <i>desgraçado</i>.</p>
<p>Como a voltagem aqui é 220V, preciso de um estabilizador para fazer a transformação para 110V. Tinha um parado, também da Ragtech, que agora estou usando. Por azar ou não, o fusível deste estabilizador queimou certa vez. Sorte que tinha um extra&#8230; no meu estabilizador da SMS. O compartilhamento para fusível backup no Ragtech estava vazio.</p>
<p>Tive ainda outro estabilizador da Ragtech, Um <i>Side</i> preto de 300VA. Com este, o PC reiniciava toda vez que a chave do ar-condicionado era ligada. </p>
<p>De qualquer forma, anuncio aqui o funeral do meu no-break, a ser substituído futuramente por um APC.</p>
<p>Ragtech Save 2 nº de série 080206121885 (2006-2008)</p>
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		<title>^H</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 09:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[suddenoutbreakofcommonsense]]></category>

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		<description><![CDATA[Praticamente acabei com o &#8220;perfil&#8221; do Orkut. Por isso ^H (apagar caractere - backspace). Também alterei uma frase do &#8220;quem&#8221; aqui no blog e, quem sabe, altere mais outra hora.
Foi um caso de suddenoutbreakofcommonsense. :)
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Praticamente acabei com o &#8220;perfil&#8221; do Orkut. Por isso ^H (apagar caractere - backspace). Também alterei uma frase do &#8220;quem&#8221; aqui no blog e, quem sabe, altere mais outra hora.</p>
<p>Foi um caso de <i>suddenoutbreakofcommonsense</i>. :)</p>
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