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	<title>Ira Racional &#187; Escrita em Verso</title>
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	<description>Emoção carregada de razão - por Altieres Rohr</description>
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		<title>Versos: A Gota</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 06:21:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

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		<description><![CDATA[Não posso ter medo de altura
O caminho é longo
A descida rápida
E já sei o que esperar
Começo a cair
A gravidade a me puxar
Não há como resistir
Mas não posso me assustar
São bonitas e vermelhas
As telhas
Onde caio para escorregar
Em direção ao chão
Passo pela janela
Transparente
Vejo o rosto dela
De uma menina indiferente
E o que ela poderia mudar?
A TV ligada, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não posso ter medo de altura<br />
O caminho é longo<br />
A descida rápida<br />
E já sei o que esperar</p>
<p>Começo a cair<br />
A gravidade a me puxar<br />
Não há como resistir<br />
Mas não posso me assustar</p>
<p>São bonitas e vermelhas<br />
As telhas<br />
Onde caio para escorregar<br />
Em direção ao chão</p>
<p>Passo pela janela<br />
Transparente<br />
Vejo o rosto dela<br />
De uma menina indiferente</p>
<p>E o que ela poderia mudar?<br />
A TV ligada, o ar condicionado<br />
Mesmo que eu pudesse gritar<br />
Ela não poderia me ouvir</p>
<p>O chão está perto<br />
Ao escorrer pela vidraça<br />
Que se acaba<br />
Não acaba minha desgraça</p>
<p>Logo volta o sol<br />
É verão. É sempre assim.<br />
Novamente vou subir<br />
Para amanhã, em outro lugar, cair.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Versos: Egoísmo sem disfarces</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2010/06/versos-egoismo-sem-disfarces/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 07:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois então o vento navegou
através do céu encoberto
por onde viu um choro incerto
de uma chuva que se naufragou
só por precisar muito cair
Agora nem sabe aonde ir
não tem mais seu egoísmo
nem o da chuva a lhe guiar;
para para ponderar
e por pouco despenca ao abismo
no qual já esteve tantas vezes.
A solidão ainda assusta
por mais que se a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois então o vento navegou<br />
através do céu encoberto<br />
por onde viu um choro incerto<br />
de uma chuva que se naufragou<br />
só por precisar muito cair</p>
<p>Agora nem sabe aonde ir<br />
não tem mais seu egoísmo<br />
nem o da chuva a lhe guiar;<br />
para para ponderar<br />
e por pouco despenca ao abismo<br />
no qual já esteve tantas vezes.<br />
A solidão ainda assusta<br />
por mais que se a conheça bem<br />
e o vento ali se pergunta<br />
quanto é que custa<br />
querer fazer bem</p>
<p>às vezes nada é muito claro<br />
e para quem não olha direito<br />
fica parecendo desamparo<br />
mas é sim um grave defeito<br />
de olhar em volta e não ver<br />
nada além de uma história<br />
em que se é um protagonista<br />
sem esperança de glória<br />
e que sobrevive às custas<br />
das mais amargas desculpas<br />
aos outros personagens</p>
<p>o vento não goza deste privilégio<br />
ele olha em volta e não há imagens<br />
quando vê por onde já passou<br />
não há sequer um registro etéreo<br />
dos lugares em que voou</p>
<p>tantos reclamam e a verdade sossega<br />
fica no ar a mentira<br />
enquanto o egoísmo cega<br />
e a nuvem de chuva seca<br />
junto das lágrimas;<br />
as desculpas são insuficientes<br />
a dor aflige, avança e atira<br />
acerta um peito que se parte<br />
e na parte seguinte há doentes<br />
que aguardam carinho e consideração<br />
obras primas de quem as deu<br />
mas que o egoísmo prendeu<br />
antes de deixarem sua mão</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Versos: Atenção Dispensada</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2010/06/versos-atencao-dispensada/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2010/06/versos-atencao-dispensada/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 03:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela fez o que queria
Na noite que ele temia
Bem do jeito que ela quis
Cometeu com a cabeça a mil
Um erro por mais de um triz
Que ele viu não ser vil
Ela chora por carregar culpa
E também por precisar chorar
Quis tanto pedir desculpa
Mas não aceitou se desculpar
Ele não negava esperança
E mesmo chorando quis esperar
O passado ninguém muda
Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ela fez o que queria<br />
Na noite que ele temia<br />
Bem do jeito que ela quis<br />
Cometeu com a cabeça a mil<br />
Um erro por mais de um triz<br />
Que ele viu não ser vil</p>
<p>Ela chora por carregar culpa<br />
E também por precisar chorar<br />
Quis tanto pedir desculpa<br />
Mas não aceitou se desculpar</p>
<p>Ele não negava esperança<br />
E mesmo chorando quis esperar</p>
<p>O passado ninguém muda<br />
Mas uma nova lembrança<br />
Sempre pode ir no seu lugar</p>
<p>Assim ele pensou<br />
Pois o orgulho dispensou<br />
E pela atenção dispensada<br />
Ela só lhe disse<br />
Muito obrigada.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Versos: Atirando no Sol</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2010/05/versos-atirando-no-sol/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2010/05/versos-atirando-no-sol/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 May 2010 08:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://altieresrohr.com.br/?p=665</guid>
		<description><![CDATA[Ter esperança e mirar alto
Cair depois de um salto
Desacreditar na própria fé
E rir da mudança da boa maré
Acreditar por um momento
Que paciência é recompensada
Que esforço não é sofrimento
Mas a construção da boa morada
O tempo passa e nada nunca volta
Tudo só vai embora e mais longe
E o que se foi nas noites assola
O sorriso feio que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ter esperança e mirar alto<br />
Cair depois de um salto<br />
Desacreditar na própria fé<br />
E rir da mudança da boa maré</p>
<p>Acreditar por um momento<br />
Que paciência é recompensada<br />
Que esforço não é sofrimento<br />
Mas a construção da boa morada</p>
<p>O tempo passa e nada nunca volta<br />
Tudo só vai embora e mais longe<br />
E o que se foi nas noites assola<br />
O sorriso feio que se esconde</p>
<p>E aquela certeza que se tem<br />
De que o passado ficou onde podia<br />
E que futuro virá como sempre vem<br />
E apesar disso o presente assovia<br />
Pra buscar alguma companhia</p>
<p>São todos eles tiros no Sol<br />
tão distante tão fascinante tão brilhante<br />
tão quente tão presente<br />
e tão ausente<br />
quando chega a noite</p>
<p>E há quem atire à noite<br />
Também no Sol sem saber onde ele está<br />
A vida se faz e se cria por lá<br />
Assim pensam os que atiram</p>
<p>Cegos pelo brilho<br />
A dor ainda assusta<br />
O frio condena<br />
E as balas se perdem<br />
Ao sol.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Versos: A Espera</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2010/04/versos-a-espera/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2010/04/versos-a-espera/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 00:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou aqui parado
Não sei bem o motivo
Só sinto que espero algo
Capaz de me dar alívio
As palavras escorrem;
Pensamentos que eram vivos
Aos poucos sempre morrem
Dando lugar a mais, e outro
Cada vez mais nocivos
E sem ouro
Ainda espero inutilmente
Porque eu sei que às vezes
Nem um período de mil meses
Será suficiente
Mas a espera me prende
Sufoca e me faz ausente
Na minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou aqui parado<br />
Não sei bem o motivo<br />
Só sinto que espero algo<br />
Capaz de me dar alívio</p>
<p>As palavras escorrem;<br />
Pensamentos que eram vivos<br />
Aos poucos sempre morrem<br />
Dando lugar a mais, e outro<br />
Cada vez mais nocivos<br />
E sem ouro</p>
<p>Ainda espero inutilmente<br />
Porque eu sei que às vezes<br />
Nem um período de mil meses<br />
Será suficiente</p>
<p>Mas a espera me prende<br />
Sufoca e me faz ausente<br />
Na minha falta, falto eu<br />
E ali no chão jaz perdido<br />
Tudo o que ninguém perdeu:<br />
Um tal dia mal vivido<br />
Que pensei ser só meu</p>
<p>Morre agora outro minuto<br />
Na espera que faço em luto<br />
Pelo minuto anterior<br />
Que morreu sem meu amor</p>
<p>Pela mais pura cortesia<br />
A vida me dá outra hora<br />
Sabendo que ela não alivia<br />
Por ser apenas mais tempo<br />
Lembrando que joguei fora<br />
Todo o tempo que eu tento<br />
Ter de volta agora</p>
<p>Ao olhar o que conquistei<br />
Enxergo o que me falta<br />
Sou ingrato, isso eu sei<br />
Mas o futuro está em pauta</p>
<p>Espero por um momento<br />
Que penso ser nobre<br />
Mas que é tão pobre;<br />
Não acredito no vento<br />
E ainda assim finjo<br />
Ser capaz de ver a brisa<br />
Que chega com afinco<br />
Sem ver onde pisa</p>
<p>&#8220;A coragem não está lá fora&#8221;<br />
Tantos já tentaram me dizer<br />
Penso que ela já foi embora<br />
E sabe-se lá se vai me ver</p>
<p>Presenteei-me com o presente<br />
Agora aguardo outro, diferente<br />
Sem perceber ele vem do passado<br />
E que o futuro fará ser passado<br />
O que hoje é presente</p>
<hr />
<p><em>Se o mundo pudesse apenas pintar de branco<br />
Aquilo que é bom<br />
Qual seria a cor do homem<br />
Que o azul acinzenta e o verde destrói?</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Versos: A Menina e o Céu</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2009/10/versos-a-menina-e-o-ceu/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2009/10/versos-a-menina-e-o-ceu/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 05:05:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

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		<description><![CDATA[Como rabiscos no ar
Riscando o céu escuro
Panfletos coloridos a voar
Sobre calçadas e muros
A rua antes deserta
Recebe uma menina
Ela sabe que é esperta
E seu olhar não desafina
Fita o céu por um instante
Sentindo no rosto a brisa constante
Que confunde seus cabelos
Com o rubi de preciosos vermelhos
Todos estavam ocupados demais
Ou talvez apenas desatentos
Para perceber a beleza por trás
Daqueles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como rabiscos no ar<br />
Riscando o céu escuro<br />
Panfletos coloridos a voar<br />
Sobre calçadas e muros</p>
<p>A rua antes deserta<br />
Recebe uma menina<br />
Ela sabe que é esperta<br />
E seu olhar não desafina</p>
<p>Fita o céu por um instante<br />
Sentindo no rosto a brisa constante<br />
Que confunde seus cabelos<br />
Com o rubi de preciosos vermelhos</p>
<p>Todos estavam ocupados demais<br />
Ou talvez apenas desatentos<br />
Para perceber a beleza por trás<br />
Daqueles breves momentos</p>
<p>Então, o oceano negro sem pudor<br />
A observa sem compromisso<br />
Os dois juntos fazem amor<br />
E nela se vê um belo sorriso</p>
<p>No céu aparece outra estrela<br />
Uma mancha brilhante na escuridão<br />
Mas ninguém mais poderá vê-la<br />
Exceto a menina na rua em solidão</p>
<hr />
<p><em>Ideia original de Fernanda S. F.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Versos: O desconhecimento do conhecedor</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2009/09/versos-o-desconhecimento-do-conhecedor/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2009/09/versos-o-desconhecimento-do-conhecedor/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 20:13:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://altieresrohr.com.br/?p=635</guid>
		<description><![CDATA[Ando disfarçado sem notar
De tão natural que agora é
Ser quem a maré
Jamais tenta parar
Criando caminhos para a fama
Tão pobres quanto a rima
De dizer que é só a lama
Que eu jogo para cima
E que ainda vai voltar
Para enfeitar minha testa
Enquanto eu divido o mundo
Entre aquilo que presta
E o que não
De fato estou
Dividindo apenas
O que me é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ando disfarçado sem notar<br />
De tão natural que agora é<br />
Ser quem a maré<br />
Jamais tenta parar</p>
<p>Criando caminhos para a fama<br />
Tão pobres quanto a rima<br />
De dizer que é só a lama<br />
Que eu jogo para cima<br />
E que ainda vai voltar<br />
Para enfeitar minha testa<br />
Enquanto eu divido o mundo<br />
Entre aquilo que presta<br />
E o que não</p>
<p>De fato estou<br />
Dividindo apenas<br />
O que me é estranho<br />
Do que conheço bem</p>
<p>Tão bem que não me acanho<br />
Ao agora dizer<br />
Que elas ainda<br />
Vão me surpreender</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Versos: Onisciência</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2009/09/versos-onisciencia/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2009/09/versos-onisciencia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 09:33:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

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		<description><![CDATA[Se todos soubessem tudo, tudo
o anormal seria tão comum.
Juro.
Eu poderia ver meus defeitos
em todos os seres agora perfeitos
Que perambulam pelas ruas
Esquinas ou avenidas
Cobertas ou nuas.
Criamos áreas proibidas
E enquanto roupas cobrem o corpo
Mentiras protegem a mente
Onde não se permite o outro
Para que esqueçamos
Que entre os vivos e os profanos
Entre o vil e o nobre
E entre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se todos soubessem tudo, tudo<br />
o anormal seria tão comum.<br />
Juro.<br />
Eu poderia ver meus defeitos<br />
em todos os seres agora perfeitos<br />
Que perambulam pelas ruas<br />
Esquinas ou avenidas<br />
Cobertas ou nuas.<br />
Criamos áreas proibidas<br />
E enquanto roupas cobrem o corpo<br />
Mentiras protegem a mente<br />
Onde não se permite o outro<br />
Para que esqueçamos<br />
Que entre os vivos e os profanos<br />
Entre o vil e o nobre<br />
E entre o ouro e o cobre<br />
Imperadores nus<br />
Somos todos nós</p>
<hr />
<p>É meio antigo, ainda não publicado. E o blog precisava de uma atualização.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Versos: Às vezes</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2009/08/versos-as-vezes/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2009/08/versos-as-vezes/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 10:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://altieresrohr.com.br/?p=623</guid>
		<description><![CDATA[às vezes acho
que estou acordado
e tenho a certeza
quando durmo
que isso tudo
foi por acaso
e às vezes acho
que estou dormindo
e tenho a certeza
quando acordo
de que o pesadelo
não é um sonho
às vezes vejo
que esse pesadelo
seria um sonho
mas aí percebo
que ainda estou tonto
às vezes almejo
querer perdê-lo
dentro de mim mesmo
até que percebo
que ainda o procuro
[em coautoria com Diogo S. B.]
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>às vezes acho<br />
que estou acordado<br />
e tenho a certeza<br />
quando durmo<br />
que isso tudo<br />
foi por acaso</p>
<p>e às vezes acho<br />
que estou dormindo<br />
e tenho a certeza<br />
quando acordo<br />
de que o pesadelo<br />
não é um sonho</p>
<p>às vezes vejo<br />
que esse pesadelo<br />
seria um sonho<br />
mas aí percebo<br />
que ainda estou tonto</p>
<p>às vezes almejo<br />
querer perdê-lo<br />
dentro de mim mesmo<br />
até que percebo<br />
que ainda o procuro</p>
<p>[em coautoria com Diogo S. B.]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://altieresrohr.com.br/2009/08/versos-as-vezes/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Versos: Lembrança de uma breve esperança</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2009/07/versos-lembranca-de-uma-breve-esperanca/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2009/07/versos-lembranca-de-uma-breve-esperanca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 09:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://altieresrohr.com.br/?p=603</guid>
		<description><![CDATA[Percebi que ela sorria;
Por um instante falou comigo
Sem perguntar se nesse dia
Eu precisava de abrigo
Não quis reparar;
Na verdade não é por mal
Mas nem todo mundo é igual
E ainda é fácil julgar
Pudera ser mais óbvio
Descobrir nosso valor
Em cada ser sóbrio
Que nos faz sofredor
Cada um fica na dúvida
Com medo de verbalizar
A pergunta vez estúpida
Ora capaz de tranquilizar
Corro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Percebi que ela sorria;<br />
Por um instante falou comigo<br />
Sem perguntar se nesse dia<br />
Eu precisava de abrigo</p>
<p>Não quis reparar;<br />
Na verdade não é por mal<br />
Mas nem todo mundo é igual<br />
E ainda é fácil julgar</p>
<p>Pudera ser mais óbvio<br />
Descobrir nosso valor<br />
Em cada ser sóbrio<br />
Que nos faz sofredor</p>
<p>Cada um fica na dúvida<br />
Com medo de verbalizar<br />
A pergunta vez estúpida<br />
Ora capaz de tranquilizar</p>
<p>Corro de volta para casa<br />
Temendo que a memória se desfaça<br />
Da lembrança dessa esperança<br />
Que logo ei de esquecer</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://altieresrohr.com.br/2009/07/versos-lembranca-de-uma-breve-esperanca/feed/</wfw:commentRss>
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