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	<title>Ira Racional &#187; Escrita em Verso</title>
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	<description>Emoção carregada de razão - por Altieres Rohr</description>
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		<title>Versos: Mausoléu do brilho</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 05:57:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

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		<description><![CDATA[o teto do mundo agora cinza em terra estranha me lembra praia e chuva que banha a rua e eu fico trancado em casa vendo as nuvens aqui, longe do lugar do lar trocando poréns e batendo papo com o &#8230; <a href="http://altieresrohr.com.br/2012/03/versos-mausoleu-do-brilho/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<pre>o teto do mundo
agora cinza
em terra estranha
me lembra praia
e chuva que banha
a rua e eu fico
trancado em casa
vendo as nuvens
aqui, longe
do lugar do lar
trocando poréns
e batendo papo
com o céu
cheio de estrelas
um mausoléu
do brilho
quando negro
empecilho
pra mim
que só queria
um dia cinza
frio
e parcialmente seco</pre>
]]></content:encoded>
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		<title>Versos: Felicidades instantâneas</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 16:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre momentos em vão Reservo uns em recorte E olho na cara da morte Pra dizer "agora não".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<pre>Entre momentos em vão
Reservo uns em recorte
E olho na cara da morte
Pra dizer "agora não".</pre>
]]></content:encoded>
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		<title>Versos: Memento Mori</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 23:59:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

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		<description><![CDATA[Também existe fim para os imortais Sem arrependimento, sem sofrimento A liberdade de não querer nada mais Marca a chegada do momento Só temos menos tempo Vida valiosa voa, voraz Diante dela, desatento O valor fica para trás Procurando um &#8230; <a href="http://altieresrohr.com.br/2011/10/versos-memento-mori/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Também existe fim para os imortais<br />
Sem arrependimento, sem sofrimento<br />
A liberdade de não querer nada mais<br />
Marca a chegada do momento</p>
<p>Só temos menos tempo<br />
Vida valiosa voa, voraz<br />
Diante dela, desatento<br />
O valor fica para trás<br />
Procurando um instante<br />
Que repetido, incessante<br />
Cria a desejada eternidade<br />
Que não existe no tempo</p>
<p>Meu sonho é de imortal<br />
Morrer a cada hora<br />
Capaz de valer uma vida<br />
De tão normal</p>
<p>Certo do tempo desigual<br />
Termina depois ou agora;<br />
Mas o sorriso convida<br />
A morte natural</p>
<p>Morrer não acaba com a vida<br />
O que mata é<br />
Viver sem lembrar de morrer</p>
<p>Não estarei aqui para sempre<br />
Não estarás aqui para sempre</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Versos: Letras, Palavras e Etc</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 21:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

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		<description><![CDATA[Um &#8216;c&#8217; estava em falta: Ele faria uma oração Transformar meu coração Aí querendo um pouco de &#8216;arr&#8217; Eu fiz de um anjo Só uma peça de arranjo Coloquei um &#8216;f&#8217; em &#8216;oi&#8217; Não demorou muito Disse tchau e já &#8230; <a href="http://altieresrohr.com.br/2011/10/versos-letras-palavras-e-etc/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um &#8216;c&#8217; estava em falta:<br />
Ele faria uma oração<br />
Transformar meu coração</p>
<p>Aí querendo um pouco de &#8216;arr&#8217;<br />
Eu fiz de um anjo<br />
Só uma peça de arranjo</p>
<p>Coloquei um &#8216;f&#8217; em &#8216;oi&#8217;<br />
Não demorou muito<br />
Disse tchau e já se foi</p>
<p>Tentei um &#8216;a&#8217; em &#8216;dia&#8217;<br />
e nada mais pude fazer<br />
até chegar o amanhã</p>
<p>Sem desistir, repito o &#8216;a&#8217;<br />
Dessa vez em um pelo<br />
E de repente faço um apelo:</p>
<p>&#8216;Fale!&#8217; para um pedaço da cidade<br />
E no meio de tantos que não falaram<br />
Sobrou uma cidade falecida</p>
<p>Quando quis ser ouvido<br />
Parei a frase, segui falando<br />
E só consegui parafrasear</p>
<p>Dor não ventila do ventilador<br />
porque eu acredito mais nos atos<br />
quando o &#8216;f&#8217; os torna fatos</p>
<p>Pena que muita gente já não ama<br />
sem deixar de usar o &#8216;c&#8217;<br />
que só nos leva para cama</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Versos: Falando com a Chuva</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2011/08/versos-falando-com-a-chuva/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 04:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

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		<description><![CDATA[O céu deixou a água cair Às vezes é difícil aguentar Umas gotas sempre escapam Entre os dedos, entre olhos Se eu tivesse uma chave Para o segredo da alegria Isso seria coisa muito grave Diz o olhar de quem &#8230; <a href="http://altieresrohr.com.br/2011/08/versos-falando-com-a-chuva/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O céu deixou a água cair<br />
Às vezes é difícil aguentar<br />
Umas gotas sempre escapam<br />
Entre os dedos, entre olhos</p>
<p>Se eu tivesse uma chave<br />
Para o segredo da alegria<br />
Isso seria coisa muito grave<br />
Diz o olhar de quem me policia</p>
<p>É uma pena, não é por mal<br />
Eu só queria conversar<br />
Ouvir tudo até o final<br />
E ao cair da noite cega<br />
Ver Deneb, Altair e Vega<br />
Brilhando no espaço sideral</p>
<p>Mas fui conversar com a chuva<br />
O consolo de quem tanto historia<br />
Serviu bem como uma luva<br />
E afinou em triste sinfonia</p>
<p>&#8220;Mas as pessoas são incríveis<br />
São todos imperadores, reis<br />
De todos os seus poucos bens<br />
Que ainda as fazem reféns&#8221;</p>
<p>Assim disseram essas lágrimas<br />
Lágrimas das nuvens brancas<br />
Que caem destruindo o algodão-doce<br />
Da tal criança que é o céu</p>
<p>A chuva me disse tanto mais<br />
Eu esqueci, me perdoe<br />
Agora vou-me embora, até mais</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Versos: A Questão do Quando[+]</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2011/08/versos-a-questao-do-quando/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 19:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

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		<description><![CDATA[Jaz em nosso peito o castigo natural O saber do sim e jamais do quando Vai ser em um dia qualquer e igual Esperado ou não tudo chega ao final É o que dizem Mas ainda vou Admitir dúvidas Porque &#8230; <a href="http://altieresrohr.com.br/2011/08/versos-a-questao-do-quando/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jaz em nosso peito<br />
o castigo natural<br />
O saber do sim<br />
e jamais do quando<br />
Vai ser em um dia<br />
qualquer e igual<br />
Esperado ou não<br />
tudo chega ao final</p>
<p>É o que dizem<br />
Mas ainda vou<br />
Admitir dúvidas<br />
Porque meu final<br />
Ainda não iniciou</p>
<p>A quem conta histórias<br />
Reclamamos do seu fim<br />
Por ser curto ou ser ruim<br />
Feliz ou triste, enfim<br />
Sem perceber que memórias<br />
Nunca falam do futuro<br />
De onde eu vim</p>
<p>Não testemunhamos um fim<br />
E muito menos um começo<br />
Apesar disso e mesmo assim<br />
Temos por eles tanto apreço</p>
<p>Vivo eu de trechos<br />
De um e outro tropeço<br />
Contados em meios<br />
Caminhando então<br />
Por caminhos alheios<br />
E enredos sem desfechos</p>
<p>A morte não me abala<br />
Não tenho medo dela<br />
Como ela não teme a si<br />
Porque ao final e afinal<br />
Ela não morre</p>
<hr />
<pre>debaixo do travesseiro
o telefone celular
substitui um companheiro
que era pluricelular</pre>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Versos: Episódio XIX</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2010/12/versos-episodio-xix/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Dec 2010 07:23:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>
		<category><![CDATA[anime]]></category>
		<category><![CDATA[blowback]]></category>

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		<description><![CDATA[E sob os pedidos de paz A guerra se impôs Entre os tchaus e alôs Veio a solidão ao rapaz Perguntar se estava bem Enquanto ele caminhava Ao abismo do qual era refém O outro quis o proteger Empurrou-o para &#8230; <a href="http://altieresrohr.com.br/2010/12/versos-episodio-xix/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E sob os pedidos de paz<br />
A guerra se impôs</p>
<p>Entre os tchaus e alôs<br />
Veio a solidão ao rapaz<br />
Perguntar se estava bem<br />
Enquanto ele caminhava<br />
Ao abismo do qual era refém</p>
<p>O outro quis o proteger<br />
Empurrou-o para longe<br />
Longe de si<br />
E mais perto da tragédia<br />
Que estava para acontecer</p>
<p>O pulso firme só aumenta<br />
O volume que escapa<br />
Por entre os dedos<br />
Feito feixe de fechadura<br />
Quando venta</p>
<p>Assim o instrumento afinado<br />
Elimina o ruído indesejado<br />
E com ele as possibilidades<br />
Da dissonância</p>
<p>A falta de conhecimento cega<br />
À esperança um alguém se apega<br />
Arrisca ajudar alguém, avança<br />
Um sono violento, não descansa<br />
Porém acorda para ver<br />
Que o protegido está ferido<br />
O irmão traído<br />
O amigo perplexo<br />
A esperança era sem nexo<br />
O remorso fora impresso,<br />
Reproduzido igual sexo<br />
E estampado feito camiseta<br />
De um coitado de muleta<br />
Que arrancou sua própria perna<br />
Tentando ajudar o outro<br />
A caminhar sozinho</p>
<hr />
<p>Em homenagem ao fascinante episódio 19 da série de anime RahXephon.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Versos: A Gota</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2010/07/versos-a-gota/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2010/07/versos-a-gota/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 06:21:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

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		<description><![CDATA[Não posso ter medo de altura O caminho é longo A descida rápida E já sei o que esperar Começo a cair A gravidade a me puxar Não há como resistir Mas não posso me assustar São bonitas e vermelhas &#8230; <a href="http://altieresrohr.com.br/2010/07/versos-a-gota/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não posso ter medo de altura<br />
O caminho é longo<br />
A descida rápida<br />
E já sei o que esperar</p>
<p>Começo a cair<br />
A gravidade a me puxar<br />
Não há como resistir<br />
Mas não posso me assustar</p>
<p>São bonitas e vermelhas<br />
As telhas<br />
Onde caio para escorregar<br />
Em direção ao chão</p>
<p>Passo pela janela<br />
Transparente<br />
Vejo o rosto dela<br />
De uma menina indiferente</p>
<p>E o que ela poderia mudar?<br />
A TV ligada, o ar condicionado<br />
Mesmo que eu pudesse gritar<br />
Ela não poderia me ouvir</p>
<p>O chão está perto<br />
Ao escorrer pela vidraça<br />
Que se acaba<br />
Não acaba minha desgraça</p>
<p>Logo volta o sol<br />
É verão. É sempre assim.<br />
Novamente vou subir<br />
Para amanhã, em outro lugar, cair.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Versos: Egoísmo sem disfarces</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2010/06/versos-egoismo-sem-disfarces/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 07:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois então o vento navegou através do céu encoberto por onde viu um choro incerto de uma chuva que se naufragou só por precisar muito cair Agora nem sabe aonde ir não tem mais seu egoísmo nem o da chuva &#8230; <a href="http://altieresrohr.com.br/2010/06/versos-egoismo-sem-disfarces/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois então o vento navegou<br />
através do céu encoberto<br />
por onde viu um choro incerto<br />
de uma chuva que se naufragou<br />
só por precisar muito cair</p>
<p>Agora nem sabe aonde ir<br />
não tem mais seu egoísmo<br />
nem o da chuva a lhe guiar;<br />
para para ponderar<br />
e por pouco despenca ao abismo<br />
no qual já esteve tantas vezes.<br />
A solidão ainda assusta<br />
por mais que se a conheça bem<br />
e o vento ali se pergunta<br />
quanto é que custa<br />
querer fazer bem</p>
<p>às vezes nada é muito claro<br />
e para quem não olha direito<br />
fica parecendo desamparo<br />
mas é sim um grave defeito<br />
de olhar em volta e não ver<br />
nada além de uma história<br />
em que se é um protagonista<br />
sem esperança de glória<br />
e que sobrevive às custas<br />
das mais amargas desculpas<br />
aos outros personagens</p>
<p>o vento não goza deste privilégio<br />
ele olha em volta e não há imagens<br />
quando vê por onde já passou<br />
não há sequer um registro etéreo<br />
dos lugares em que voou</p>
<p>tantos reclamam e a verdade sossega<br />
fica no ar a mentira<br />
enquanto o egoísmo cega<br />
e a nuvem de chuva seca<br />
junto das lágrimas;<br />
as desculpas são insuficientes<br />
a dor aflige, avança e atira<br />
acerta um peito que se parte<br />
e na parte seguinte há doentes<br />
que aguardam carinho e consideração<br />
obras primas de quem as deu<br />
mas que o egoísmo prendeu<br />
antes de deixarem sua mão</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Versos: Atenção Dispensada</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2010/06/versos-atencao-dispensada/</link>
		<comments>http://altieresrohr.com.br/2010/06/versos-atencao-dispensada/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 03:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escrita em Verso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://altieresrohr.com.br/?p=685</guid>
		<description><![CDATA[Ela fez o que queria Na noite que ele temia Bem do jeito que ela quis Cometeu com a cabeça a mil Um erro por mais de um triz Que ele viu não ser vil Ela chora por carregar culpa &#8230; <a href="http://altieresrohr.com.br/2010/06/versos-atencao-dispensada/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ela fez o que queria<br />
Na noite que ele temia<br />
Bem do jeito que ela quis<br />
Cometeu com a cabeça a mil<br />
Um erro por mais de um triz<br />
Que ele viu não ser vil</p>
<p>Ela chora por carregar culpa<br />
E também por precisar chorar<br />
Quis tanto pedir desculpa<br />
Mas não aceitou se desculpar</p>
<p>Ele não negava esperança<br />
E mesmo chorando quis esperar</p>
<p>O passado ninguém muda<br />
Mas uma nova lembrança<br />
Sempre pode ir no seu lugar</p>
<p>Assim ele pensou<br />
Pois o orgulho dispensou<br />
E pela atenção dispensada<br />
Ela só lhe disse<br />
Muito obrigada.</p>
]]></content:encoded>
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