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	<title>Comentários sobre Ira Racional</title>
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	<description>Emoção carregada de razão - por Altieres Rohr</description>
	<lastBuildDate>Fri, 20 Jan 2012 13:56:24 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>Comentário sobre O bairrismo gaúcho por Rafael</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2009/07/o-bairrismo-gaucho/comment-page-1/#comment-1192</link>
		<dc:creator>Rafael</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 13:56:24 +0000</pubDate>
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		<description>fazer piada de gaucho tbm e uma agressao! tem que descer o sarrafo nesses idiotas mesmo</description>
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		<title>Comentário sobre Versos: Felicidades instantâneas por Altieres Rohr</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2011/10/versos-felicidades-instantaneas/comment-page-1/#comment-1190</link>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 19:55:09 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado! :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado! :)</p>
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		<title>Comentário sobre Versos: Felicidades instantâneas por Julian..o</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2011/10/versos-felicidades-instantaneas/comment-page-1/#comment-1188</link>
		<dc:creator>Julian..o</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 11:51:27 +0000</pubDate>
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		<description>Verso simples e bonito.</description>
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		<title>Comentário sobre O bairrismo gaúcho por Anders gaucho</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2009/07/o-bairrismo-gaucho/comment-page-1/#comment-1186</link>
		<dc:creator>Anders gaucho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 22:05:58 +0000</pubDate>
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		<description>Vai tomar no cu rapaz, não gosta de morar no Rio grande vai embora, vai morar no Brazil... gente como vc que despreza uma cultura, são o tipo de pessoa que deve apanhar...vai embora...tu ñ faz falta ao RS</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vai tomar no cu rapaz, não gosta de morar no Rio grande vai embora, vai morar no Brazil&#8230; gente como vc que despreza uma cultura, são o tipo de pessoa que deve apanhar&#8230;vai embora&#8230;tu ñ faz falta ao RS</p>
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		<title>Comentário sobre O bairrismo gaúcho por Gustavo Schultz</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2009/07/o-bairrismo-gaucho/comment-page-1/#comment-1184</link>
		<dc:creator>Gustavo Schultz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 19:26:01 +0000</pubDate>
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		<description>E a Polar foi comprada pela Ambev sim mas continua com o mesmo nome e sabor nascidos cá!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E a Polar foi comprada pela Ambev sim mas continua com o mesmo nome e sabor nascidos cá!</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre O bairrismo gaúcho por Gustavo Schultz</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2009/07/o-bairrismo-gaucho/comment-page-1/#comment-1183</link>
		<dc:creator>Gustavo Schultz</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 19:25:10 +0000</pubDate>
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		<description>Que controvérsia!!!! Meu Deus!!!!
Ora, se o Gaúcho é bairrista o que sobra para o eixo rio-são paulo que ainda conta com uma mãozinha das emissoras de televisão Globo(Rio) E Bandeirantes que é uma extensão do Corinthians......enfim, tu deves estar vendo apenas um lado da moeda e esquecendo o que gera esta competitividade da qual o Rio Grande sempre sairá vitorioso, pois é um povo que preserva sua tradição, história e tudo aquilo que tem de bom e que nem precisa ser dito ou mostrado na televisão já que isso não aconteceria em hipotese alguma....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que controvérsia!!!! Meu Deus!!!!<br />
Ora, se o Gaúcho é bairrista o que sobra para o eixo rio-são paulo que ainda conta com uma mãozinha das emissoras de televisão Globo(Rio) E Bandeirantes que é uma extensão do Corinthians&#8230;&#8230;enfim, tu deves estar vendo apenas um lado da moeda e esquecendo o que gera esta competitividade da qual o Rio Grande sempre sairá vitorioso, pois é um povo que preserva sua tradição, história e tudo aquilo que tem de bom e que nem precisa ser dito ou mostrado na televisão já que isso não aconteceria em hipotese alguma&#8230;.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre O bairrismo gaúcho por Altieres Rohr</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2009/07/o-bairrismo-gaucho/comment-page-1/#comment-1166</link>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 21:00:54 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;blockquote&gt;Neste caso, eu bem posso ser contra o separatismo como a favor, que a rigor, não mudaria meus questionamentos. &lt;/blockquote&gt;
Fizeste uma provocação: &quot;se somos tão arrogantes, e tal, porque não nos largam de mão?&quot;. Eu apenas respondi a esse ponto de vista. Você assumiu a posição de um separatista, a fim do argumento, independentemente da sua posição pessoal.

Logo, ataquei esse argumento.

Você é que levou para o lado pessoal.

&lt;blockquote&gt;Teus argumentos parecem partir sempre de algum trauma com a truculência de alguns gaúchos. Já apanhaste alguma vez ou foste hostilizado? &lt;/blockquote&gt;
Não, exceto nos comentários desse post (o que só reforçou um ponto de vista que eu, antes, não havia expressado). Acho que é só você que fica levando as coisas para um lado pessoal, porque não é nem a primeira vez.

&lt;blockquote&gt; Contudo tu hipervaloriza isto para sustentar teu discurso, esquecendo que também há pessoas inteligentes, educadas, justas, boas, solidárias… que demostram um amor incondicional pelo estado. &lt;/blockquote&gt;
E existem pessoas boas, solidárias e que não demonstram tal amor incondicional. Nem para o Rio Grande do Sul nem para o resto do Brasil. Assim como a mesma igreja que opera caridades e ajuda os pobres também é casa de padres pedófilos.

Não associo que alguém que gosta incondicionalmente do Rio Grande do Sul seja necessariamente hostil; o que se vê, no entanto, é que essa atitude pode sim justificar hostilidades.

Meu argumento é puramente que qualquer tipo de regionalismo tem a capacidade de gerar hostilidades e falta de visão, porque o regionalismo não vem de uma base racional, quer dizer, geografia não define caráter. 

&lt;blockquote&gt;Outro ponto que não posso deixar de notar é que tens um certo desrespeito pelo passado, pelas pessoas e pelo passado das pessoas. &lt;/blockquote&gt;
Outra vez você julga a minha pessoa de modo geral. Parabéns.

&lt;blockquote&gt;Desprezastes a Unisinos para exaltar a Cesumar quando não havia necessidade.&lt;/blockquote&gt;
E como você sabe que não havia necessidade? Eu preciso concordar que um curso é bom quando ele nem é?

&lt;blockquote&gt;Costuma cuspir no prato que comeu ou tua experiência nesta universidade foi também traumática para falares deste jeito?&lt;/blockquote&gt;
Não cabe falar nesse espaço do que eu vivi ou não na Unisinos, mas eu presenciei muitos momentos de desrespeito aos aluno, às aulas e tantas outras coisas. Tive professores excelentes na Unisinos, eles sabem quem são, porque os procuro até hoje. 

Muitos dos meus colegas estão decepcionados com o curso, conteúdos e, agora, também com o aumento absurdo na mensalidade. 

Não desprezo o passado, apenas fico triste diante de tantas coisas erradas sem previsão de mudança, e não sou de aceitá-las em nome de mero respeito. 

De que vale o passado se não for pra nos ensinar as coisas boas (e ruins)? Minha crítica é porque enxergo possibilidade de melhoria, não porque julgo, de forma eterna, que A é pior do que B.

&lt;blockquote&gt;Poderias apenas ter aceitado o elogio e ainda assim poderias dizer que a Cesumar também é uma ótima universidade&lt;/blockquote&gt;
Poderia, mas, no caso, não posso.

&lt;blockquote&gt;O problema Rohr, é que se tu não gostas de preservar o passado e cultivar as tradições, não deves julgar quem gosta.&lt;/blockquote&gt;
Novamente, uma crítica pessoal.

&lt;blockquote&gt;Tu disse que é gaúcho, mas sinceramente não parece pela ênfase com que ataca questões que tu deverias entender melhor ou no mínimo questionar de outra forma. &lt;/blockquote&gt;
Por quê? Tem algum molde de gaúcho que eu preciso seguir? Está dizendo que não sou gaúcho se não me encaixar nele?

Gaúcho é gentílico de quem nasce no Rio Grande do Sul. E só. Qualquer outra percepção é construção do imaginário, porque existem pessoas de todo tipo em todos os lugares. É o que sempre defendi.

&lt;blockquote&gt;Falas com desrespeito do hino e da Guerra dos Farrapos, replicando uma fala que certamente não é tua, já ouvi isso inúmeras vezes.&lt;/blockquote&gt;
Se entendi bem, estás me dizendo que, primeiro, dizer a verdade (que a guerra foi perdida) é um sinal de desrespeito, e segundo, que a referida verdade, na qual qualquer um pode chegar consultando um livro de história, não pode ser uma fala minha, exceto se eu não for gaúcho. Por conclusão lógica, um gaúcho não poderia estar aceitando a verdade sobre a história do seu estado.

Isso?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Neste caso, eu bem posso ser contra o separatismo como a favor, que a rigor, não mudaria meus questionamentos. </p></blockquote>
<p>Fizeste uma provocação: &#8220;se somos tão arrogantes, e tal, porque não nos largam de mão?&#8221;. Eu apenas respondi a esse ponto de vista. Você assumiu a posição de um separatista, a fim do argumento, independentemente da sua posição pessoal.</p>
<p>Logo, ataquei esse argumento.</p>
<p>Você é que levou para o lado pessoal.</p>
<blockquote><p>Teus argumentos parecem partir sempre de algum trauma com a truculência de alguns gaúchos. Já apanhaste alguma vez ou foste hostilizado? </p></blockquote>
<p>Não, exceto nos comentários desse post (o que só reforçou um ponto de vista que eu, antes, não havia expressado). Acho que é só você que fica levando as coisas para um lado pessoal, porque não é nem a primeira vez.</p>
<blockquote><p> Contudo tu hipervaloriza isto para sustentar teu discurso, esquecendo que também há pessoas inteligentes, educadas, justas, boas, solidárias… que demostram um amor incondicional pelo estado. </p></blockquote>
<p>E existem pessoas boas, solidárias e que não demonstram tal amor incondicional. Nem para o Rio Grande do Sul nem para o resto do Brasil. Assim como a mesma igreja que opera caridades e ajuda os pobres também é casa de padres pedófilos.</p>
<p>Não associo que alguém que gosta incondicionalmente do Rio Grande do Sul seja necessariamente hostil; o que se vê, no entanto, é que essa atitude pode sim justificar hostilidades.</p>
<p>Meu argumento é puramente que qualquer tipo de regionalismo tem a capacidade de gerar hostilidades e falta de visão, porque o regionalismo não vem de uma base racional, quer dizer, geografia não define caráter. </p>
<blockquote><p>Outro ponto que não posso deixar de notar é que tens um certo desrespeito pelo passado, pelas pessoas e pelo passado das pessoas. </p></blockquote>
<p>Outra vez você julga a minha pessoa de modo geral. Parabéns.</p>
<blockquote><p>Desprezastes a Unisinos para exaltar a Cesumar quando não havia necessidade.</p></blockquote>
<p>E como você sabe que não havia necessidade? Eu preciso concordar que um curso é bom quando ele nem é?</p>
<blockquote><p>Costuma cuspir no prato que comeu ou tua experiência nesta universidade foi também traumática para falares deste jeito?</p></blockquote>
<p>Não cabe falar nesse espaço do que eu vivi ou não na Unisinos, mas eu presenciei muitos momentos de desrespeito aos aluno, às aulas e tantas outras coisas. Tive professores excelentes na Unisinos, eles sabem quem são, porque os procuro até hoje. </p>
<p>Muitos dos meus colegas estão decepcionados com o curso, conteúdos e, agora, também com o aumento absurdo na mensalidade. </p>
<p>Não desprezo o passado, apenas fico triste diante de tantas coisas erradas sem previsão de mudança, e não sou de aceitá-las em nome de mero respeito. </p>
<p>De que vale o passado se não for pra nos ensinar as coisas boas (e ruins)? Minha crítica é porque enxergo possibilidade de melhoria, não porque julgo, de forma eterna, que A é pior do que B.</p>
<blockquote><p>Poderias apenas ter aceitado o elogio e ainda assim poderias dizer que a Cesumar também é uma ótima universidade</p></blockquote>
<p>Poderia, mas, no caso, não posso.</p>
<blockquote><p>O problema Rohr, é que se tu não gostas de preservar o passado e cultivar as tradições, não deves julgar quem gosta.</p></blockquote>
<p>Novamente, uma crítica pessoal.</p>
<blockquote><p>Tu disse que é gaúcho, mas sinceramente não parece pela ênfase com que ataca questões que tu deverias entender melhor ou no mínimo questionar de outra forma. </p></blockquote>
<p>Por quê? Tem algum molde de gaúcho que eu preciso seguir? Está dizendo que não sou gaúcho se não me encaixar nele?</p>
<p>Gaúcho é gentílico de quem nasce no Rio Grande do Sul. E só. Qualquer outra percepção é construção do imaginário, porque existem pessoas de todo tipo em todos os lugares. É o que sempre defendi.</p>
<blockquote><p>Falas com desrespeito do hino e da Guerra dos Farrapos, replicando uma fala que certamente não é tua, já ouvi isso inúmeras vezes.</p></blockquote>
<p>Se entendi bem, estás me dizendo que, primeiro, dizer a verdade (que a guerra foi perdida) é um sinal de desrespeito, e segundo, que a referida verdade, na qual qualquer um pode chegar consultando um livro de história, não pode ser uma fala minha, exceto se eu não for gaúcho. Por conclusão lógica, um gaúcho não poderia estar aceitando a verdade sobre a história do seu estado.</p>
<p>Isso?</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre O bairrismo gaúcho por M. S. Gomes</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2009/07/o-bairrismo-gaucho/comment-page-1/#comment-1165</link>
		<dc:creator>M. S. Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 07:57:04 +0000</pubDate>
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		<description>Sr. Rohr,

o senhor não percebe que desta maneira também está sendo um sujeito preconceituoso, coisa que, me parece, é o um dos seus maiores medos. Continuas a defender um ponto de vista contrário ao separatismo, como se eu tivesse, em algum ponto do meu texto, me posicionado em favor dele. Leia novamente os textos, veja que levanto questões apenas. Neste caso, eu bem posso ser contra o separatismo como a favor, que a rigor, não mudaria meus questionamentos. A crítica que faço agora é em relação a sua intransigência face a possibilidade de haver algo de autêntico na representação de identidade destes sujeitos gaúchos que exaltam sua terra e simpatizam com o separatismo. Tu achas que o tua construção da realidade é melhor que a deles? Não meu caro, essa dicotomia não explica esse fenômeno. Ele é muito mais complexo que isso.


Mais uma vez eu quero afirmar, com veemência, que não sou portavoz da ideia de separatismo, mas sim quero entender o fenômeno social que faz com que uma boa parte dos sul riograndenses se manifestem favoráveis a ela. Mas já que estou percebendo que o senhor faz questão de saber minha opinião pessoal sobre esse assunto vou explicitá-la: Na minha percepção, qualquer movimento separatista no contexto atual é pura especulação e não tem nenhuma possibilidade de concretização se não estiver aliado a algum processo social que o desencadeie, que via de regra, é uma situação de exploração ou opressão por um(a) estado/nação contra um povo ou região. Mesmo assim só seria realizável com apoio econômico, poder político e militar de alguns líderes que encabeçariam um revolução. Diante do exposto, não é preciso ser “tão inteligente” para saber que entre o Rio Grande do Sul e o Brasil não é essa a relação que se estabelece hoje. Entretanto, não tenho motivos para combater apriorísticamente as pessoas que querem debater essa ideia;  em prol de um sentimento patriótico, que foi produzido com tão ou maior fragilidade. Particularmente, acho que há uma crise nos governos representativos e nas instituições, que está levando as pessoas a repensar os rumos da vida contemporânea, botando em xeque os valores adotados nos últimos dois séculos e buscando uma nova filosofia que ajuste os avanços materiais das ciências com uma vida sustentável, para não dizer humana. E neste contexto, mais uma fronteira ou menos uma fronteira, mostra-se incalculavelmente relevante. 

Teus argumentos parecem partir sempre de algum trauma com a truculência de alguns gaúchos. Já apanhaste alguma vez ou foste hostilizado? Concordo totalmente contigo que existem inúmeras pessoas ignorantes, injustas, violentas, perversas, preconceituosas... no Rio Grande do Sul, disso não tenho a menor dúvida. Contudo tu hipervaloriza isto para sustentar teu discurso, esquecendo que também há pessoas inteligentes, educadas, justas, boas, solidárias... que demostram um amor incondicional pelo estado. Sempre te referes a casos de gaúchos que são horrivelmente xenófobos, preconceituosos e agressivos (como o caso da linda mulher mineira), como se isso fosse transversal a toda gente sul riograndense. Isso não é verdade, em absoluto. Há também hospitalidade, gentileza, cortesia em relação a pessoas de outros estados, basta observar que há muita gente de fora que vem se estabelecer no Rio Grande do Sul. Peça a um nordestino em qual estado ele sofre mais preconceito, no RS ou em SP? Portanto essa tua crítica contra os abusos destes trogloditas que xingam e desprezam os outros povos está muito correta. Todavia, ela não pode te cegar ao ponto de colocar todos no mesmo saco e considerar o sentimento amor pela terra um mal a ser combatido. Caso contrário, todo poeta que exalta a incomparável beleza de sua amada teria que ser julgado pelo mesmo crime, pois estaria depreciando as demais mulheres do planeta.

Outro ponto que não posso deixar de notar é que tens um certo desrespeito pelo passado, pelas pessoas e pelo passado das pessoas. Desprezastes a Unisinos para exaltar a Cesumar quando não havia necessidade. Costuma cuspir no prato que comeu ou tua experiência nesta universidade foi também traumática para falares deste jeito? Poderias apenas ter aceitado o elogio e ainda assim poderias dizer que a Cesumar também é uma ótima universidade, que aliás, ainda não tive a oportunidade de conhecer. O problema Rohr, é que se tu não gostas de preservar o passado e cultivar as tradições, não deves julgar quem gosta. Eu mesmo, sou adepto de uma cultura cosmopolita, nunca fui tradicionalista, mas aprendi a respeitar esse modo de ser e vejo um oportunidade riquíssima de entender meu passado e dos meus familiares estudando esse tema. Tu disse que é gaúcho, mas sinceramente não parece pela ênfase com que ataca questões que tu deverias entender melhor ou no mínimo questionar de outra forma. Falas com desrespeito do hino e da Guerra dos Farrapos, replicando uma fala que certamente não é tua, já ouvi isso inúmeras vezes. Contudo, sabemos que a Revolução Farroupilha, como a própria Revolução Francesa foi feita em nome do povo, mas que existiam interesses econômicos que privilegiavam os poderosos. Isso não é motivo para desrespeitar nossos antepassados que morreram no campo de batalha, estando eles certos ou errados, porque acreditaram em um ideal. “Se não respeitas a morte, também não respeitas a vida.”; frase encontrada no clássico da literatura O Tempo e o Vento do Érico Veríssimo que sugiro que tu (re)leias, para te (re)contextualizar. 

Para acabar quero lembrar o que o visionário Walter Benjamin (1938, p. 398) aponta como o “caráter destrutivo”: “O caráter destrutivo é jovem e alegre(...) O caráter destrutivo não vê nada duradouro. Mas exatamente por isso vê caminhos por toda parte. Lá onde outros se deparam com muros ou montanhas, também lá ele vê um caminho. Mas porque ele vê um caminho em toda parte, em toda parte tem que desocupar o caminho. Nem sempre com violência bruta, às vezes com violência lapidada. Porque em toda parte vê caminhos, está, ele próprio sempre em encruzilhadas. Nenhum momento pode saber o que o próximo momento trará. O que está de pé ele deita em escombros, não por causa dos escombros, mas por causa do caminho que passa pelo meio deles. 

Atenciosamente,

S. Gomes</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Rohr,</p>
<p>o senhor não percebe que desta maneira também está sendo um sujeito preconceituoso, coisa que, me parece, é o um dos seus maiores medos. Continuas a defender um ponto de vista contrário ao separatismo, como se eu tivesse, em algum ponto do meu texto, me posicionado em favor dele. Leia novamente os textos, veja que levanto questões apenas. Neste caso, eu bem posso ser contra o separatismo como a favor, que a rigor, não mudaria meus questionamentos. A crítica que faço agora é em relação a sua intransigência face a possibilidade de haver algo de autêntico na representação de identidade destes sujeitos gaúchos que exaltam sua terra e simpatizam com o separatismo. Tu achas que o tua construção da realidade é melhor que a deles? Não meu caro, essa dicotomia não explica esse fenômeno. Ele é muito mais complexo que isso.</p>
<p>Mais uma vez eu quero afirmar, com veemência, que não sou portavoz da ideia de separatismo, mas sim quero entender o fenômeno social que faz com que uma boa parte dos sul riograndenses se manifestem favoráveis a ela. Mas já que estou percebendo que o senhor faz questão de saber minha opinião pessoal sobre esse assunto vou explicitá-la: Na minha percepção, qualquer movimento separatista no contexto atual é pura especulação e não tem nenhuma possibilidade de concretização se não estiver aliado a algum processo social que o desencadeie, que via de regra, é uma situação de exploração ou opressão por um(a) estado/nação contra um povo ou região. Mesmo assim só seria realizável com apoio econômico, poder político e militar de alguns líderes que encabeçariam um revolução. Diante do exposto, não é preciso ser “tão inteligente” para saber que entre o Rio Grande do Sul e o Brasil não é essa a relação que se estabelece hoje. Entretanto, não tenho motivos para combater apriorísticamente as pessoas que querem debater essa ideia;  em prol de um sentimento patriótico, que foi produzido com tão ou maior fragilidade. Particularmente, acho que há uma crise nos governos representativos e nas instituições, que está levando as pessoas a repensar os rumos da vida contemporânea, botando em xeque os valores adotados nos últimos dois séculos e buscando uma nova filosofia que ajuste os avanços materiais das ciências com uma vida sustentável, para não dizer humana. E neste contexto, mais uma fronteira ou menos uma fronteira, mostra-se incalculavelmente relevante. </p>
<p>Teus argumentos parecem partir sempre de algum trauma com a truculência de alguns gaúchos. Já apanhaste alguma vez ou foste hostilizado? Concordo totalmente contigo que existem inúmeras pessoas ignorantes, injustas, violentas, perversas, preconceituosas&#8230; no Rio Grande do Sul, disso não tenho a menor dúvida. Contudo tu hipervaloriza isto para sustentar teu discurso, esquecendo que também há pessoas inteligentes, educadas, justas, boas, solidárias&#8230; que demostram um amor incondicional pelo estado. Sempre te referes a casos de gaúchos que são horrivelmente xenófobos, preconceituosos e agressivos (como o caso da linda mulher mineira), como se isso fosse transversal a toda gente sul riograndense. Isso não é verdade, em absoluto. Há também hospitalidade, gentileza, cortesia em relação a pessoas de outros estados, basta observar que há muita gente de fora que vem se estabelecer no Rio Grande do Sul. Peça a um nordestino em qual estado ele sofre mais preconceito, no RS ou em SP? Portanto essa tua crítica contra os abusos destes trogloditas que xingam e desprezam os outros povos está muito correta. Todavia, ela não pode te cegar ao ponto de colocar todos no mesmo saco e considerar o sentimento amor pela terra um mal a ser combatido. Caso contrário, todo poeta que exalta a incomparável beleza de sua amada teria que ser julgado pelo mesmo crime, pois estaria depreciando as demais mulheres do planeta.</p>
<p>Outro ponto que não posso deixar de notar é que tens um certo desrespeito pelo passado, pelas pessoas e pelo passado das pessoas. Desprezastes a Unisinos para exaltar a Cesumar quando não havia necessidade. Costuma cuspir no prato que comeu ou tua experiência nesta universidade foi também traumática para falares deste jeito? Poderias apenas ter aceitado o elogio e ainda assim poderias dizer que a Cesumar também é uma ótima universidade, que aliás, ainda não tive a oportunidade de conhecer. O problema Rohr, é que se tu não gostas de preservar o passado e cultivar as tradições, não deves julgar quem gosta. Eu mesmo, sou adepto de uma cultura cosmopolita, nunca fui tradicionalista, mas aprendi a respeitar esse modo de ser e vejo um oportunidade riquíssima de entender meu passado e dos meus familiares estudando esse tema. Tu disse que é gaúcho, mas sinceramente não parece pela ênfase com que ataca questões que tu deverias entender melhor ou no mínimo questionar de outra forma. Falas com desrespeito do hino e da Guerra dos Farrapos, replicando uma fala que certamente não é tua, já ouvi isso inúmeras vezes. Contudo, sabemos que a Revolução Farroupilha, como a própria Revolução Francesa foi feita em nome do povo, mas que existiam interesses econômicos que privilegiavam os poderosos. Isso não é motivo para desrespeitar nossos antepassados que morreram no campo de batalha, estando eles certos ou errados, porque acreditaram em um ideal. “Se não respeitas a morte, também não respeitas a vida.”; frase encontrada no clássico da literatura O Tempo e o Vento do Érico Veríssimo que sugiro que tu (re)leias, para te (re)contextualizar. </p>
<p>Para acabar quero lembrar o que o visionário Walter Benjamin (1938, p. 398) aponta como o “caráter destrutivo”: “O caráter destrutivo é jovem e alegre(&#8230;) O caráter destrutivo não vê nada duradouro. Mas exatamente por isso vê caminhos por toda parte. Lá onde outros se deparam com muros ou montanhas, também lá ele vê um caminho. Mas porque ele vê um caminho em toda parte, em toda parte tem que desocupar o caminho. Nem sempre com violência bruta, às vezes com violência lapidada. Porque em toda parte vê caminhos, está, ele próprio sempre em encruzilhadas. Nenhum momento pode saber o que o próximo momento trará. O que está de pé ele deita em escombros, não por causa dos escombros, mas por causa do caminho que passa pelo meio deles. </p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>S. Gomes</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O bairrismo gaúcho por Altieres Rohr</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2009/07/o-bairrismo-gaucho/comment-page-1/#comment-1164</link>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 20:58:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://altieresrohr.com.br/?p=557#comment-1164</guid>
		<description>&lt;blockquote&gt;O problema é que você tem uma concepção determinística de história ou fato histórico, típico de jornalista. &lt;/blockquote&gt;
Creio que seria mais relevante você discutir sobre algo que eu falei em vez de tirar conclusões sobre a minha pessoa.

&lt;blockquote&gt;A muito os pensadores questionam a ideia de jornalismo ou fato histórico como espelho da verdade e tu bem deves saber disso, afinal estudaste em um dos melhores cursos de comunicação social do país. &lt;/blockquote&gt;
O Cesumar? Só pode, porque o curso aqui no geral é melhor que o da Unisinos. Não falo de professores. Falo de estrutura curricular, conteúdo e dinâmica. A hora/aula do Cesumar é muito melhor aproveitada.

Em outras palavras, o curso na Unisinos é muito mais fácil e menos trabalhoso.

&lt;blockquote&gt;Vejo que, ou você não entendeu nada do que eu escrevi, ou preferiu abandonar o eixo da discussão do meu texto para combater outro aspecto que só aparece tangencialmente.&lt;/blockquote&gt;
Não é tangencial. Ao contrário, é a cerne do argumento. Um cidadão despreza outro por acreditar que este outro é desprovido de alguma qualidade que ele possui. A tradição de um gaúcho guerreiro, forte, idealizado e que está no imaginário de muita gente no Rio Grande do Sul, aliada a uma ideia de que o resto do Brasil é passivo e frouxo, traz à tona os demais fenômenos explicitados.

O problema, como eu disse, é isso ser só o imaginário. E é. Estamos falando de um estado que exalta em seu hino uma guerra que ele perdeu (pro tal Brasil). Na realidade, o Rio Grande do Sul também é brasileiro em vários aspectos e extremamente dependente do Brasil, até para comer carne (porque consome mais do que produz). Tem corrupção na política, nas ruas, escolas desvalorizadas, violência e todos os mesmos problemas que assolam o Brasil.

Não vou discutir quanto à identidade do gaúcho. Há diferenças sim na formação dos povos. Mas o mesmo pode ser dito sobre todas as outras culturas brasileiras - o Rio Grande do Sul não é uma exceção a essa regra, nem foi o único a iniciar um movimento separatista. Mas é o único que o mantém, e parece ter em baixa estima outros estados brasileiros -- assim é a percepção que se tem deles.

Não por menos, vira motivo piada. Porque quem vê o aquário de fora percebe que o RS não tem nada de especial ou diferente, e acha graça nisso tudo. 

Ilustração: uma amiga minha me contou esses tempos que gaúchos elogiavam uma mineira dizendo &quot;Que bonita! Nem parece mineira.&quot;

Por que não deixam separar? Tentem. Mas não é todo mundo no RS que é separatista. Tem gente com parentes fora do estado e vai precisar tirar passaporte, porque vão ser voos internacionais. Tem muita gente que trabalha, vende, pro Brasil e não quer complicação. Quem realmente entende as implicações disso sabe que é uma péssima ideia.

No mais, acho que os cidadãos em si, no resto do Brasil, não teriam nada contra. Desprezo, não raro, é mútuo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O problema é que você tem uma concepção determinística de história ou fato histórico, típico de jornalista. </p></blockquote>
<p>Creio que seria mais relevante você discutir sobre algo que eu falei em vez de tirar conclusões sobre a minha pessoa.</p>
<blockquote><p>A muito os pensadores questionam a ideia de jornalismo ou fato histórico como espelho da verdade e tu bem deves saber disso, afinal estudaste em um dos melhores cursos de comunicação social do país. </p></blockquote>
<p>O Cesumar? Só pode, porque o curso aqui no geral é melhor que o da Unisinos. Não falo de professores. Falo de estrutura curricular, conteúdo e dinâmica. A hora/aula do Cesumar é muito melhor aproveitada.</p>
<p>Em outras palavras, o curso na Unisinos é muito mais fácil e menos trabalhoso.</p>
<blockquote><p>Vejo que, ou você não entendeu nada do que eu escrevi, ou preferiu abandonar o eixo da discussão do meu texto para combater outro aspecto que só aparece tangencialmente.</p></blockquote>
<p>Não é tangencial. Ao contrário, é a cerne do argumento. Um cidadão despreza outro por acreditar que este outro é desprovido de alguma qualidade que ele possui. A tradição de um gaúcho guerreiro, forte, idealizado e que está no imaginário de muita gente no Rio Grande do Sul, aliada a uma ideia de que o resto do Brasil é passivo e frouxo, traz à tona os demais fenômenos explicitados.</p>
<p>O problema, como eu disse, é isso ser só o imaginário. E é. Estamos falando de um estado que exalta em seu hino uma guerra que ele perdeu (pro tal Brasil). Na realidade, o Rio Grande do Sul também é brasileiro em vários aspectos e extremamente dependente do Brasil, até para comer carne (porque consome mais do que produz). Tem corrupção na política, nas ruas, escolas desvalorizadas, violência e todos os mesmos problemas que assolam o Brasil.</p>
<p>Não vou discutir quanto à identidade do gaúcho. Há diferenças sim na formação dos povos. Mas o mesmo pode ser dito sobre todas as outras culturas brasileiras &#8211; o Rio Grande do Sul não é uma exceção a essa regra, nem foi o único a iniciar um movimento separatista. Mas é o único que o mantém, e parece ter em baixa estima outros estados brasileiros &#8212; assim é a percepção que se tem deles.</p>
<p>Não por menos, vira motivo piada. Porque quem vê o aquário de fora percebe que o RS não tem nada de especial ou diferente, e acha graça nisso tudo. </p>
<p>Ilustração: uma amiga minha me contou esses tempos que gaúchos elogiavam uma mineira dizendo &#8220;Que bonita! Nem parece mineira.&#8221;</p>
<p>Por que não deixam separar? Tentem. Mas não é todo mundo no RS que é separatista. Tem gente com parentes fora do estado e vai precisar tirar passaporte, porque vão ser voos internacionais. Tem muita gente que trabalha, vende, pro Brasil e não quer complicação. Quem realmente entende as implicações disso sabe que é uma péssima ideia.</p>
<p>No mais, acho que os cidadãos em si, no resto do Brasil, não teriam nada contra. Desprezo, não raro, é mútuo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O bairrismo gaúcho por Altieres Rohr</title>
		<link>http://altieresrohr.com.br/2009/07/o-bairrismo-gaucho/comment-page-1/#comment-1163</link>
		<dc:creator>Altieres Rohr</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 20:24:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://altieresrohr.com.br/?p=557#comment-1163</guid>
		<description>Isso não tem nada a ver com &quot;como funciona um programa de TV&quot;. É o que qualquer pessoa educada faria (e defenderia ser feito).

É óbvio que um jornalista espera ser agredido se está cobrindo um caso policial. Igual um policial espera ser ferido e agredido se vai perseguir um bandido. Essa ligação é óbvia. No caso do CQC, não existe motivo para agressão. Se a piada é ruim, lide com isso de forma civilizada, na Justiça.

Já sobre o CQC ser jornalístico, isso é completamente outra discussão. É um humorístico. O cunho informativo é bem secundário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso não tem nada a ver com &#8220;como funciona um programa de TV&#8221;. É o que qualquer pessoa educada faria (e defenderia ser feito).</p>
<p>É óbvio que um jornalista espera ser agredido se está cobrindo um caso policial. Igual um policial espera ser ferido e agredido se vai perseguir um bandido. Essa ligação é óbvia. No caso do CQC, não existe motivo para agressão. Se a piada é ruim, lide com isso de forma civilizada, na Justiça.</p>
<p>Já sobre o CQC ser jornalístico, isso é completamente outra discussão. É um humorístico. O cunho informativo é bem secundário.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

