Não, não morri. O problema é que a vida por aqui anda muito corrida, e na correria pensamos menos, infelizmente. Pensando menos, fazemos menos observações interessantes que valham a pena ser publicadas (não que as demais necessariamente valeram a pena, apenas tenta-se manter um padrão mínimo de qualidade).
Mentira. Isso é drama (em parte). Tive algumas ideias legais para post, mas nenhum tempo de executá-las. Esqueci de algumas, mas espero ainda escrever sobre as outras.
Conto algo sem relação. Aquele no-break desgraçado foi ressuscitado por força maior (digo, alguém levou-o para o conserto sem me avisar). Isso já faz um tempo. Mas ele quebrou de novo, é claro.
Finalmente comprei o tão desejado no-break APC. Uma maravilha até agora. E foram emocionantes as faíscas quando liguei a bateria. E por hora é isso.
Bem vindo ao meu mundo… onde meus objetos tecnológicos (ou não) morrem, ressuscitam, morrem, reencarnam em outros receptáculos, morrem de novo, voltam ao mundo como portadores de necessidades especiais e, por fim, quando não é seu dia derradeiro, passam por uma eutanásia – para acabar com os sofrimentos do aparelho, de sua dona e/ou usuários …
Com as idéias para escrever o processo é semelhante. Não raro me pergunto se sofro de alguma forma precoce de Alzheimer ou qualquer outra demência ou senilidade que me faz esquecer alguma idéia genial e mirabolante. Mas a gente não desiste nunca, não é? Um dia a gente lembra.
:D
Hahahaha! Essa foi ótima!
É verdade, Lorena. Esquecemos. Eu até já fiz um post sobre isso aqui no blog. Sempre que me comprometo a anotar, acabo sempre lembrando tudo e paro novamente de anotar. E o ciclo se repete. Preciso é de disciplina.