Brevíssimo desabafo

O Firefox 3.5 está uma droga. É o pior navegador que uso desde o Mozilla 1.7. Aquele que nem mais iniciava no meu PC.

Das travadinhas aleatórias ao congelamento total. Não que eu não seja exigente — exijo muito do navegador. Mas versões anteriores costumavam funcionar melhor.

Só torna o Chrome uma opção mais interessante a cada dia. Se tivesse um Flashblock, já era.

Versos: O desconhecimento do conhecedor

Ando disfarçado sem notar
De tão natural que agora é
Ser quem a maré
Jamais tenta parar

Criando caminhos para a fama
Tão pobres quanto a rima
De dizer que é só a lama
Que eu jogo para cima
E que ainda vai voltar
Para enfeitar minha testa
Enquanto eu divido o mundo
Entre aquilo que presta
E o que não

De fato estou
Dividindo apenas
O que me é estranho
Do que conheço bem

Tão bem que não me acanho
Ao agora dizer
Que elas ainda
Vão me surpreender

Na falta do que dizer, ressuscito e mato o no-break

Não, não morri. O problema é que a vida por aqui anda muito corrida, e na correria pensamos menos, infelizmente. Pensando menos, fazemos menos observações interessantes que valham a pena ser publicadas (não que as demais necessariamente valeram a pena, apenas tenta-se manter um padrão mínimo de qualidade).

Mentira. Isso é drama (em parte). Tive algumas ideias legais para post, mas nenhum tempo de executá-las. Esqueci de algumas, mas espero ainda escrever sobre as outras.

Conto algo sem relação. Aquele no-break desgraçado foi ressuscitado por força maior (digo, alguém levou-o para o conserto sem me avisar). Isso já faz um tempo. Mas ele quebrou de novo, é claro.

Finalmente comprei o tão desejado no-break APC. Uma maravilha até agora. E foram emocionantes as faíscas quando liguei a bateria. E por hora é isso.

Versos: Onisciência

Se todos soubessem tudo, tudo
o anormal seria tão comum.
Juro.
Eu poderia ver meus defeitos
em todos os seres agora perfeitos
Que perambulam pelas ruas
Esquinas ou avenidas
Cobertas ou nuas.
Criamos áreas proibidas
E enquanto roupas cobrem o corpo
Mentiras protegem a mente
Onde não se permite o outro
Para que esqueçamos
Que entre os vivos e os profanos
Entre o vil e o nobre
E entre o ouro e o cobre
Imperadores nus
Somos todos nós


É meio antigo, ainda não publicado. E o blog precisava de uma atualização.