A compreensão do que escrevo

Escrevendo o último texto aqui publicado, Palavras Escolhidas, reparei o quanto do que coloco nesses versos é para minha própria memória. Talvez nessas partes tudo pare de fazer sentido para outros leitores (se é que outros leitores).

Normalmente eu iria preocupar-me em escrever de outra forma, de maneira a permitir uma comunicação melhor. Mas, nesse caso, prefiro que continue assim. Gosto de ver, no próprio texto, o motivo que me fez escrevê-lo, embora de uma maneira bem indireta.

É verdade que isso entra como ruído na mensagem principal, mas creio ser uma boa troca. Dos 220 textos que escrevi até hoje, meros 32 foram publicados neste blog. Muitos desses outros teriam mais ruído do que mensagem para um leitor que não eu mesmo, acredito. Então o que está aqui já é o que considero melhor nesse sentido.

Uma ideia sobre “A compreensão do que escrevo

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