A criança entrou no picadeiro
As fortes luzes a fazem chorar
Nas suas narinas entra o cheiro
Que só se encontra neste lugar
Logo começa o espetáculo
Saltos mortais sem redes
Como se tudo fosse um cálculo
Feito e terminado há meses
Embora nem tudo dê certo:
(Azares de shows ao vivo)
É fácil ouvir os risos por perto
E cada grito festivo
Chega o intervalo, na metade
Hora de comentar a felicidade
Que se conheceu até então
Mas o show não dá tréguas
Avança mais sete léguas
Entre as mentes de espectadores
Que assistem sem dever favores
O inevitável fim se aproxima
Hoje, ninguém caiu lá de cima
Mas amanhã pode ser diferente
Pois o espetáculo é vivente
Vivente como a platéia
Que concebe uma nova idéia
A respeito do que é mentir
E como isso sempre faz rir
Chega o fim, para qualquer idade
Tarde demais para a posteridade
Que se esquecera até então.
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sol, mar e areia de praia são a vitrine de muitas moças sem porto exibindo seu corpo pelo traje de origem maia de nome biquíni concordo: seja feliz, pois. mas olhares não te farão feliz a dois embora pares